sábado, 7 de janeiro de 2023

Garagem Volkswagen e o curioso mini Gol G5


Recentemente a Volkswagen do Brasil abriu as portas de um espaço especial na planta da sua fábrica em São Bernardo do Campo, para expor a jornalistas e órgãos de imprensa alguns de seus modelos que fazem parte do acervo da fábrica no Brasil. O local dedicado a esta exposição foi nomeado como "Garagem Volkswagen". No espaço principal, estão carros com pouca quilometragem e em estado impecável de conservação. É possível passear pela história da marca no país através de carros como um raríssimo SP-1, Fuscas e Kombis de séries especiais, os modelos de exportação Fox e Fox Wagon (Voyage e Parati vendidos no mercado norte americano e canadense) além de muitos modelos da década de 80 e 90, como Parati GLS 1.8s, Voyage GL, Passat Pointer, Gol Bx e GTI, Brasília, Variant II e os filhos da Autolatina, como Pointer GTI, Logus e Apollo.



Ao lado deste espaço existe um outro que foi dedicado a modelos especiais. Lá é possível ver protótipos como a incrível Parati EDP de 1996, Saveiro Rocket, CrossFox protótipo, modelos de competição como o Gol G3 Endurance e carros especiais, como a Kombi conversível, utilizada para transportar notoriedades em visitas à fábrica.



Mas o que me chamou a atenção - e eu já havia visto anteriormente - foi a presença do mini Gol G5. O modelo, que tem 30% da proporção do carro em escala real, impressiona pela semelhança com sua inspiração.





O modelo foi criado em 2008 e chegou a ser exposto no estande da Volkswagen no Salão do Automóvel daquele ano. O carrinho tem motorização semelhante a utilizada nos karts indoor, um propulsor 4 tempos de 5,5 cavalos de potência. O conjunto ao todo pesa 120 quilos e só pode ser conduzido por pessoas de pequena estatura, devido ao seu diminuto habitáculo.


























Aquecimento Mil Milhas 2023 - as primeiras inscrições e novidades da prova


Sob organização de Thiago Pereira, a edição de 2023 das Mil Milhas do Brasil - Mil Milhas Chevrolet Absoluta - será realizada no fim de semana dos dias 20, 21 e 22 de janeiro, com a tradicional largada à meia noite do sábado. O evento foi batizado de "Grande Prêmio Cidade de São Paulo", nome que foi resgatado depois de mais de dez anos em que provas com essa alcunha eram realizadas anualmente em Interlagos.


Aqui no blog vamos fazer o já conhecido aquecimento para a prova (fazemos desde que ela voltou a ser disputada no ano de 2020) e também estaremos presentes in loco, para registrar toda a movimentação desta que é a principal prova de longa duração do Brasil. No Blog das Mil Milhas, do meu irmão Ricardo Sarmento, seremos brindados com matérias que se voltam para a rica história da prova. Já tem postagens no ar por lá e os links para as matérias seguem aqui: Mil Milhas 2023Peugeot 205 GTI 1.9 nas Mil Milhas de 1994. Sugiro ficarem ligados nos conteúdos lá no blog, nos próximos dias, neste mega aquecimento.








Diversas confirmações e novidades já foram anunciadas e que destacamos aqui, começando pelos competidores e equipes:


Sigma G4 / Sigma G5

Os atuais campeões voltam para a disputar a edição de 2023 das Mil Milhas credenciados como principais favoritos a vencer a prova na classificação geral. Dessa vez, com uma estrutura maior e com o apoio técnico da Scuderia Chiarelli, o time traz dois carros para a corrida, nas versões G4 e o nova evolução G5. Além de Jindra Kraucher e Aldo Piedade Jr., pilotos que fizeram parte do trio campeão de 2022, o esquadrão da Sigma contará com os serviços de Sérgio Jimenez e Beto Monteiro, sendo que não está sendo descartada a vinda de mais um piloto para tomar parte da equipe.









AJR da FTR Motorsport

O principal concorrente ao Sigma na disputa pela vitória na classificação geral das Mil Milhas 2023 com certeza é o protótipo AJR da equipe FTR Motorsport. Resta saber se o protótipo produzido no Rio Grande do Sul resistirá à prova de longa duração, já que o modelo disputa frequentemente provas de no máximo 4 horas, no certame Império Endurance Brasil. O quarteto responsável por conduzir o AJR na corrida é composta por Emilio Padron, Henrique Assunção, Fernando Ohashi e Fernando Fortes.






Equipe Alpie

O time liderado por Erika Piedade participa novamente da prova inicialmente com dois carros de motorização 1.4 litros: o Chevrolet Celta que terminou a corrida no ano passado na surpreendente sexta colocação na classificação geral e também um Chevrolet Onix Joy. O time aposta na durabilidade dos seus carros, que têm baixa tecnologia embarcada mas se notabilizam pela resistência.





Fuspyder Equipe Bonora

Um chassi tubular do Aldee Spyder Race e a carenagem de Fusca fazem do "Fuspyder" um dos carros mais legais a participar das Mil Milhas. O carro foi o vencedor no ano passado na categoria PN1A. A ficha técnica da "barata" é composta por um motor Volkswagen 2 litros com 190 cavalos de potência, acoplado a um câmbio tradicional de 5 marchas e freios Wilwood. Todo o conjunto pesa apenas 660 quilos.






MC40 da MC Tubarão

Neste momento a tradicional equipe MC Tubarão realiza uma revisão completa do seu modelo MC40, uma réplica do Ford GT40. O modelo, que tem sua construção baseada em um chassi tubular e a carroceria em fibra inspirada no GT40, é equipado com motor Ford Duratec turboalimentado. Se não houver problemas com quebras, o MC40 tem boas chances de terminar as Mil Milhas em uma ótima colocação na classificação geral.






Os protótipos da equipe LT Team

O time de Londrina, vencedor da edição de 2021 das Mil Milhas e liderado pelo piloto Leandro Totti vem com um verdadeiro esquadrão para disputar a prova em 2023, com boas chances de conquistar colocações no pelotão de frente. A equipe paranaense trará três protótipos: MRX Audi Turbo, com os pilotos Eduardo Pimenta, Sarin Carlesso e Luis Cesar; MRX Honda K20, com os pilotos Guga Gizzo, Léo Yoshi e José Vilela; e um Aldee Spyder Volkswagen, com os pilotos Luiz Abadde e Alejandro Cignetti.






Ford Courier DTM da Lira Racing

A simpática picape Ford Courier que disputou o DTM Picape nos anos 2000, pertencente à equipe Lira Racing, fará sua participação na edição de 2023 das Mil Milhas, depois de finalizar a corrida de 2022 na décima oitava colocação. O time aposta na durabilidade e constância do seu carro para obter um bom resultado.






Chevrolet Omega da RTC Racing Team

E teremos Omega nas Mil Milhas de 2023. O time RTC Racing Team traz para a corrida um modelo que será pilotado pela trinca Rafael Lopes, Rogério Barbato e Ricardo Domenech. O sedã da Chevrolet pode ser considerado um dos modelos mais emblemáticos a tomar parte da prova, desde que foi lançado no mercado nacional no início dos anos 90.






Equipe Oto Racing

A equipe Oto Racing, liderada por Otavio Carmácio, vem se consolidando como um dos principais times do automobilismo regional paulista. Participante das edições anteriores, em 2021 e no ano passado, o time vem novamente para disputar as Mil Milhas de 2023 com seus carros equipados com a receita já consagrada: hatches como Chevrolet Corsa e Celta propulsionados por motores de 2 litros. Essa preparação se notabiliza pela boa potência e também durabilidade.









Categoria Turismo 1.4

Uma das boas novidades da edição de 2023 das Mil Milhas será a criação da categoria Turismo 1.4. Essa ação abrirá um espaço para a inscrição de muitos competidores, uma vez que carros da categoria Turismo 1.4 BR podem tomar parte da corrida.


Espaço para camping e Motorhomes

Com vistas a trazer cada vez mais público para o autódromo, a organização das Mil Milhas de 2023 anunciou a criação de um espaço para abrigar trailers e motorhomes, além da possibilidade de realizar acampamento, aproveitando a característica da prova, de ter sua disputa em boa parte na madrugada. A inscrição custará sessenta reais e as vagas são limitadas. A organização da prova fornecerá energia elétrica e também estrutura de banheiros.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Os dez anos sem Fabio Steinbruch


No mês de dezembro último completaram-se dez anos do passamento de Fabio Steinbruch, uma das figuras mais importantes na preservação da história do automóvel aqui no Brasil. Fábio perdeu a vida quando estava testando, na Marginal do rio Tietê, uma Moto Guzzi 250 do seu acervo, em 2 de dezembro de 2012, um domingo, quando um estouro do pneu dianteiro causou uma queda. Steinbruch tinha 51 anos.


Fábio desde muito jovem teve uma relação especial com os automóveis. A paixão o levou a ter uma relação profissional com o mundo automotivo em toda a sua vida. Além dos carros, Fábio sempre teve gosto pelas competições e ainda jovem fez o curso de pilotagem esportiva ministrado pelo saudoso Expedito Marazzi.


Sua ligação com carros da Alfa-Romeo sempre foi muito forte, desde a compra de seu primeiro exemplar da marca italiana, um GTV 2000 ano 1974. A paixão o levou a ser um dos criadores, no final dos anos 80, do Alfa Romeo Clube do Brasil.



Fábio Steinbruch e seu FNM 2150 Timb de corrida - paixão pura



Liderando o pelotão na Fórmula Classic a bordo de seu Alfa Romeo GTV 2000 ano 1974




Fábio e seu Dodge 1.800 de corrida





Fábio no grid da Classic no ano de 2002




Fabio e seu inseparável FNM de corrida




A compra posterior de um FNM JK e sua preparação para corrida o colocou ainda mais no mundo das corridas. Nessa época, Fabio trabalhava no comércio de carros antigos.


Nessa época foi criada uma categoria no campeonato paulista de automobilismo voltada para carros clássicos e Fábio foi um dos principais participantes e entusiastas da modalidade, dali para muitos anos à frente.


No início dos anos 90, já com a experiência adquirida nas competições, Fabio tornou-se um dos instrutores na escola de pilotagem que o formou. Expedito Marazzi não estava mais neste plano - havia perdido a vida em um acidente testando um caminhão para uma revista especializada. A escola era agora gerida pelo seu filho Gabriel.


Mas à frente, junto do seu irmão, e após a abertura das importações no Brasil, passou a trazer veículos de fora do país. Nessa época, eles já trabalhavam com o comércio de carros clássicos.


O trabalho desempenhado com os automóveis importados credenciou Fábio a ser um representante da marca japonesa Subaru no país. Os caminhos o levaram a participar de competições de rally, onde a Subaru sempre esteve envolvida.


Steinbruch escreveu quatro livros:

"Automóveis no Brasil - Marcas que o tempo não apaga";
"Memórias sobre rodas - O automóvel no Brasil dos anos 1960";
"Memórias sobre rodas - O automóvel no Brasil na virada da década de 1960 para 1970";
"Alguns aspectos da história do automóvel no Brasil".

São excelentes referências principalmente para a história do automóvel produzido no país.


Fábio também montou e organizou o que talvez seja uma das mais impressionantes coleções de carros do país. O acervo tem foco nos automóveis de produção nacional e ganhou o nome de "Coleção automóveis no Brasil". São mais de 350 carros de uma incrível coleção. Alexander Gromow, um entusiasta e especialista no Fusca e sua história, fez um vídeo lá no ano de 2012, mostrando uma boa parte do acervo. O vídeo está publicado no Youtube e você consegue vê-lo abaixo:






 

Relacionei abaixo alguns dos modelos que estão na coleção:


Brasinca Uirapuru cupê
Brasinca Uirapuru conversível
Bianco S
Ferrari Dino 246
Maserati Merak
De Tomaso Pantera
Puma VW cupê
Puma VW Spyder
GT Malzoni
Willys Interlagos Berlineta
Chevrolet Opala Diplomata cupê
Chevrolet Caravan SS6
Chevrolet Opala SS6 4 portas
Ford Maverick GT
Ford Del Rey Ouro
Ford Galaxy 500
Ford Landau
DKW Fissore
DKW Belcar
Dodge Charger RT
Dodge Magnum
Dodge Dart SE
Simca Esplanada GTX
Simca Jangada
Rural Willys
Volkswagen Kombi Série Prata
Volkswagen Kombi Edição 50 anos
Chevrolet Brasil wagon
Chevrolet Brasil picape
Dodge D100
Willys Itamarati Executivo
Volkswagen TL cupê
Volkswagen Variant I
Volkswagen 1.600 "Zé do Caixão"
Volkswagen Gol 1.6 G1
Fusca última série / serie especial
Karmann Ghia cupê
Karmann Ghia conversível
Ford Corcel I GT
Ford Escort XR3 conversível
Passat Dacon
Volkswagen Passat GTS Pointer
Volkswagen Santana GLS 2p
Volkswagen Variant II
Volkswagen Brasília LS
Fiat Cinquecento
Gurgel Motomachine
Alfa Romeo 75
Alfa Romeo 164
FNM JK
Furia GT 1972
Alfa Romeo 2300 1975
Santa Matilde conversível
Santa Matilde cupê
Chevrolet Omega
Chevrolet Opala Diplomata
Chevrolet Kadett GSI conversível
Kadett GSI cupê
Dodge Challenger
Chevrolet Corvair
Mercedes-Benz 280 SL
Alfa Romeo Alfetta
Alfa Romeo GTV 2000
Puma GTB
Volkswagen SP2
Karmann Ghia TC


A coleção continua sendo mantida pela família Steinbruch, com o irmão de Fábio, Leo, à frente das ações. Em abril de 2022, no encontro de Águas de Lindóia, uma parte do acervo foi exposta. "Isso é um legado, isso é uma responsabilidade, isso é um prazer, isso é uma herança... Eu acho que não faz sentido você ter uma coleção de objetos de arte - eu acho que carros são objetos de arte, é um design vivo - e você não puder compartilhar com os outros, não puder mostrar". As palavras do irmão Léo, em um vídeo do canal no Youtube "Classic Drive Brasil", resumem bem o legado deixado por Fabio Steinbruch para a história do automóvel e o antigomobilismo no Brasil.




segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

A história da Copa Corsa - quinta e última parte - Copa Corsa Metrocar (DTM Turismo) - Temporada de 2002



Depois de cinco temporadas da Copa Corsa Metrocar, o ano de 2002 seria o derradeiro de uma categoria monomarca que fez história no automobilismo nacional. O Corsa de primeira geração já não era mais fabricado pela Chevrolet. A DTM Courier Picape, a outra categoria abaixo do “guarda-chuva” da Divisão de Turismo Metrocar, passava a fazer muito sucesso e vários pilotos da Corsa passaram a correr por lá. Esses foram alguns dos pontos preponderantes para o fim da categoria.







Para 2002, a categoria passaria a ser nomeada como "DTM Turismo". Para além da alteração da identidade, não houve mudanças significativas tanto tecnicamente quanto no âmbito desportivo: a divisão de categorias entre A e B permanecia, o pacote de equipamento disponível aos pilotos era o mesmo da temporada anterior. A maior mudança nos carros foi no visual, com a adoção de um novo aerofólio traseiro. A peça de tamanho grande trouxe para os Corsas de corrida um aspecto mais esportivo.



1ª Etapa – Interlagos (SP) – 5 de maio de 2002


A temporada de 2002 começou apenas no mês de maio, com vitórias de João Naufal Neto na categoria A e Fulvio Oliveira na B. Destaque para a estreia no automobilismo de Dudu Massa, irmão de Felipe Massa. O jovem de dezesseis anos sofreu um acidente e ficou de fora da etapa.




João Naufal faturou a primeira no ano





Eduardo "Dudu" Massa, o irmão mais novo de Felipe Massa, estreou no automobilismo na DTM Turismo



Resultado final:


1º - João Naufal Neto - 19 voltas em 41min14s980 - média de 119,086 km/h – categoria A
2º - Vicente Costa - categoria A
3º - Luiz Checchia Filho – categoria A
4º - Rodrigo Ferreira – categora A
5º - Fulvio Oliveira – categoria B
6º - Luciano Kubrusly – categoria A
7º - Rolf Gemperli – categoria B
8º - Wallace Chamon – categoria A
9º - Giovane Machado – categoria B
10º - José Guilherme Figueiroa - categoria B


Classificação do campeonato até o momento:


Categoria A:


1º - João Naufal Neto - 20 pontos
2º - Vicente Costa – 15 pontos
3º - Luiz Checchia Filho – 12 pontos
4º - Rodrigo Ferreira – 10 pontos
5º - Luciano Kubrusly – 8 pontos
6º - Wallace Chamon – 6 pontos
7º - Sérgio Nachreiner – 4 pontos
8º - Arnaldo Canero, 3 pontos


Categoria B:


1º - Fulvio Oliveira, 20
2º - Rolf Gemperli, 15
3º - Giovane Machado, 12
4 - José Guilherme Figueiroa – 10 pontos
5º - Antonio Perez – 8 pontos
6º - Alexandre de Souza – 6 pontos
7º - Allan Bauer - 4 pontos
8º - Claudio Neri - 3 pontos



2ª Etapa – Interlagos (SP) – 26 de maio de 2002


Em duas etapas, dois vencedores diferentes na categoria A. Esse era o panorama da segunda etapa, cujo vencedor na categoria A foi Vicente Costa. Já na categoria B, Fulvio Oliveira terminou a etapa em uma excelente segunda colocação na classificação geral e conquistou mais uma vitória na categoria B.


No campeonato de pilotos, Vicente Costa abriu vantagem na liderança com 35 pontos, deixando Luiz Chechia em segundo com 24 pontos conquistados. Na categoria B, Fulvio Oliveira reinava absoluto na liderança, com 40 pontos. O segundo colocado, Allan Bauer, tinha neste momento apenas 16 pontos.




Vicente Costa venceu e assumiu a ponta da tabela na categoria A



Resultado final:


1º - Vicente Costa - 18 voltas em 39min29s435 - média de 117,844 km/h - Categoria A
2º - Fulvio Oliveira - Categoria B
3º - José Vitte -Categoria A
4º - Luiz Checchia Filho - Categoria A
5º - João Naufal Neto - Categoria A
6º - Roberto Souza - Categoria A
7º - Rodrigo Ferreira - Categoria A
8º - Luciano Kubrusly - Categoria A
9º - Patrizio Brescacin - Categoria B
10º - Allan Bauer - Categoria B


Classificação do campeonato até o momento:


Categoria A:


1º - Vicente Costa - 35 pontos
2º - Luiz Checchia Filho - 24 pontos
3º - João Naufal Neto - 20 pontos
4º - Rodrigo Ferreira - 16 pontos
5º - José Vitte - 15 pontos
6º - Arnaldo Canero - 13 pontos
7º - Luciano Kubrusly - 12 pontos
8º - Wallace Chamon / Roberto Souza - 8 pontos
10º - Sérgio Nachreiner - 7 pontos


Categoria B:


1º - Fulvio Oliveira - 40 pontos
2º - Allan Bauer - 16 pontos
3º - Rolf Gemperli / Patrizio Brescacin - 15 pontos
5º - Giovane Machado - 12 pontos
6º - Antonio Perez - 11 pontos
7º - José Guilherme Figueiroa / Alexandre de Souza / Eduardo Massa - 10 pontos
10º - Rodrigo Amaral - 8 pontos



3ª Etapa – Interlagos (SP) – 16 de junho de 2002


Na terceira etapa do campeonato, uma surpresa nos treinos classificatórios: os dois primeiros colocados do grid foram pilotos da categoria B. Fulvio Oliveira conquistou a pole position com o tempo de 2min03s449, seguido de Rolf Gemperli, que marcou o tempo de 2min03s542. Os primeiros pilotos da categoria A só apareceram a partir da terceira colocação: Vicente Costa virou em 2min03s642 e Rodrigo Ferreira, em 2min03s699.


Na corrida, que começou com tempo encoberto e teve sol em seu terço final, o domínio foi de José Vitte, que venceu na classificação geral e na categoria A. Vitte foi comboiado pelo líder do campeonato Vicente Costa. Na categoria B, a vitória ficou com Fulvio Oliveira, que ampliou ainda mais sua pontuação no campeonato de pilotos. A melhor volta da corrida foi conquistada na décima quinta volta da prova por Rodrigo Ferreira, o terceiro colocado na classificação geral, com o tempo de 2min04s021 e média de 125,079 km/h.


Resultado final:


1º - José Vitte - 18 voltas em 40min24s897 - média de 115,148 km/h - Categoria A
2º - Vicente Costa - Categoria A
3º - Rodrigo Ferreira - Categoria A
4º - Wallace Chamon - Categoria A
5º - Fulvio Oliveira - Categoria B
6º - Paulo Rovella - Categoria A
7º - Keko Ferraz - Categoria B
8º - Arnaldo Canero - Categoria A
9º - Allan Bauer - Categoria B
10º - Rolf Gemperli - Categoria B


Classificação do campeonato até o momento


Categoria A:


1º - Vicente Costa - 50 pontos
2º - José Vitte - 35 pontos
3º - Rodrigo Ferreira - 28 pontos
4º - Luiz Checchia Filho - 24 pontos
5º - João Naufal Neto - 20 pontos
6º - Arnaldo Canero - 19 pontos
7º - Wallace Chamon - 18 pontos
8º - Luciano Kubrusly - 14 pontos
9º - Roberto Souza / Sérgio Nachreiner - 11 pontos


Categoria B:


1º - Fulvio Oliveira - 60 pontos
2º - Allan Bauer - 28 pontos
3º - Rolf Gemperli - 25 pontos
4º - Keko Ferraz - 21 pontos
5º - Giovane Machado - 20 pontos
6º - Patrizio Brescacin - 18 pontos
7º - Alexandre de Souza - 16 pontos
8º - José Guilherme Figueiroa - 14 pontos
9º - Eduardo Massa - 12 pontos
10º - Antonio Perez - 11 pontos



4ª Etapa – Interlagos (SP) – 30 de junho de 2002


A briga pela ponta na categoria A estava sensacional e cada vez mais restrita entre os pilotos Vicente Costa e José Vitte. Na quarta etapa do campeonato, realizada no final do mês de junho, foi a vez de Vicente Costa vencer, seu segundi triunfo na temporada até o momento. José Vitte foi o segundo e Rodrigo Ferreira o terceiro, todos da categoria A. O dr. Rolf Gemperli terminou a prova na quinta colocação na classificaçao geral e conquistou sua primeira vitória na temporada na categoria B. Com o resultado, Gemperli subiu para segundo na tabela de pontuação na sua categoria.




Vicente Costa - o vencedor da quarta etapa na categoria A - à frente de José Vitte - a briga pelo campeonato estava concentrada nos dois pilotos






Rolf Gemperli venceu na categoria B e assumiu a vice-liderança da categoria B



Resultado final:


1º - Vicente Costa - 19 voltas em 40min42s640 - média de 120,663 km/h - Categoria A
2º - Jose Vitte - Categoria A
3º - Rodrigo Ferreira - Categoria A
4º - Luis Checchia - Categoria A
5º - Rolf Gemperli - Categoria B
6º - Allan Bauer - Categoria B
7º - Roberto Souza - Categoria A
8º - Jose Figueiroa - Categoria B
9º - Fulvio Oliveira - Categoria B
10º - Mario Campos - Categoria B


Classificação do campeonato até o momento:


Categoria A:


1º - Vicente da Costa - 70 pontos
2º - José Vitte - 50 pontos
3º - Rodrigo Ferreira - 40 pontos
4º - Luiz Checchia Filho - 34 pontos
5º - João Naufal Neto - 20 pontos
6º - Arnaldo Canero / Roberto Souza - 19 pontos
8º - Wallace Chamon - 18 pontos
9º - Luciano Kubrusly - 14 pontos
10º - Sérgio Nachreiner - 11 pontos


Categoria B:


1º - Fulvio Oliveira, 70 pontos
2º - Rolf Gemperli, 45 pontos
3º - Allan Bauer, 43 pontos
4º - José G. Figueiroa, 26 pontos
5º - Keko Ferraz, 25 pontos
6º - Giovanni Machado, 20 pontos
7º - Patrizio Brescacin, 18 pontos
8º - Alexandre Souza, 16 pontos
9º - Eduardo Massa, 12 pontos
10º - Antônio Perez, 11 pontos



5ª Etapa – Interlagos (SP) – 28 de julho de 2002


Infelizmente não conseguimos em nossas pesquisas as informações sobre os resultados da quinta etapa da DTM Turismo 2002.



6ª Etapa – Interlagos (SP) – 18 de agosto de 2002


Na sexta etapa da temporada 2002 trouxe um vencedor inédito na categoria A: foi Rodrigo Ferreira, que foi seguido por Rolf Gemperli, que finalizou a prova na segunda colocação na classificação geral e venceu mais uma na categoria B.


Nos campeonatos de pilotos, Vicente Costa contabilizava 89 pontos e via o crescimento de Rodrigo Ferreira e José Vitte, que tinham 72 e 70 pontos respectivamente. Já na categoria B, a briga estava acirrada entre Fulvio Oliveira e Rolf Gemperli, que estavam empatados neste momento com 85 pontos.


Resultado final:


1º - Rodrigo Ferreira - 18 voltas em 39min24s651 - Categoria A
2º - Rolf Gemperli - Categoria B
3º - Paulo Rovella - Categoria A
4º - Fulvio Oliveira - Categoria B
5º - Sergio Nachreiner - Categoria A
6º - Luiz Checchia - Categoria A
7º - Wallace Chamon - Categoria A
8º - Roberto Souza - Categoria A
9º - Guilherme Figueiroa - Categoria B
10º - Patrizio Brescacin - Categoria B


Classificação do campeonato até o momento:


Categoria A:


1º - Vicente Costa, 89 pontos
2º - Rodrigo Ferreira, 72
3º - José Vitte, 70
4º - Luiz Chechia Filho, 48
5º - Wallace Chamon, 34
6º - Paulo Rovella, 33
7º - Roberto Souza, 31
8º - Sérgio Nachreiner, 23
9º - João Naufal Neto, 20
10º - Arnaldo Canero, 19


Categoria B:


1º - Fúlvio Oliveira / Rolf Gemperli - 85 pontos
3º - Allan Bauer / José G. Figueiroa - 53 pontos
5º - Alexandre Souza / Patrizio Brescacin 28 pontos
7º - Keko Ferraz - 25 pontos
8º - Giovanni Machado - 20 pontos
9º - Eduardo Massa - 18 pontos
10º - Mário Campos - 17 pontos



7ª Etapa – Interlagos (SP) – 8 de setembro de 2002


José Vitte pavimentava um sólido caminho em busca da briga pelo título da categoria A, ao vencer mais uma etapa no ano. Seu principal rival, Vicente Costa, finalizou a prova na segunda colocação. Rodrigo Ferreira, que também buscava a liderança do campeonato, finalizou a etapa em terceiro. Vicente Costa agora tinha 104 pontos, contra 90 pontos de Zé Vitte e 84 pontos de Rodrigo Ferreira. Na categoria B, a vitória foi de Allan Bauer. No campeonato da B, Fulvio Oliveira agora era o líder da tabela com 97 pontos conquistados, contra 91 pontos de Rolf Gemperli.



José Vitte venceu mais uma etapa na temporada, seguindo firme para a disputa do título na categoria A



Resultado final:


1º - Jose Vitte - 18 voltas em 39min02s849 - média de 119,181 km/h - Categoria A
2º - Vicente Costa - Categoria A
3º - Rodrigo Ferreira - Categoria A
4º - Allan Bauer - Categoria B
5º - Luiz Checchia - Categoria A
6º - Sergio Nachreiner - Categoria A
7º - Paulo Rovella - Categoria A
8º - Roberto Souza - Categoria A
9º - Haroldo Jr. - Categoria B
10º - Fulvio Oliveira - Categoria B


Classificação do campeonato até o momento:


Categoria A:


1º - Vicente da Costa - 104 pontos
2º - José Vitte - 90 pontos
3º - Rodrigo Ferreira - 84 pontos
4º - Luiz Checchia Filho - 58 pontos
5º - Paulo Rovella - 39 pontos
6º - Roberto Souza - 35 pontos
7º - Wallace Chamon - 34 pontos
8º - Sérgio Nachreiner - 31 pontos
9º - João Naufal Neto - 20 pontos
10º - Arnaldo Canero - 19 pontos


Categoria B:


1º - Fúlvio Oliveira - 97 pontos
2º - Rolf Gemperli - 91 pontos
3º - Allan Bauer - 73 pontos
4º - José G. Figueiroa - 53 pontos
5º - Alexandre Souza / Patrizio Brescacin / Eduardo Massa - 28 pontos
8º - Keko Ferraz - 25 pontos
9º - Haroldo Silva Filho - 23 pontos
10º - Mário Campos - 21 pontos



8ª Etapa – Interlagos (SP) – 22 de setembro de 2002


A oitava etapa da temporada de 2002 da DTM Turismo faria parte da programação da Fórmula Truck, como uma das provas preliminares. A vitória na categoria A ficou com Ricardo Serata e o vencedor da categoria B foi Allan Bauer, que finalizou a corrida na segunda colocação na classificação geral.


Resultado final: 


1º - Ricardo Serata - 15 voltas em 32min32s869 - Categoria A
2º - Allan Bauer - Categoria B
3º - Rodrigo Ferreira - Categoria A
4º - Luiz Chechia F. Categoria A
5º - Fulvio Oliveira - Categoria B
6º - Paulo Rovella - Categoria A



9ª Etapa – Interlagos (SP) – 20 de outubro de 2002


Mais uma reviravolta no campeonato de pilotos da categoria A: José Vitte venceu mais uma etapa no ano e agora era o líder da tabela, com 113 pontos. Vicente Costa seguia de perto, com 108 pontos conquistados. Allan Bauer venceu mais uma na categoria B e agora era o více líder no campeonato, com 113 pontos. Fulvio Oliveira era o líder com 127 pontos.



Mais um triunfo de José Vitte na temporada



Resultado


1º - Jose Vitte - 19 voltas em 40min45s158 - média de 120,538 km/h - Categoria A
2º - Allan Bauer - Categoria B
3º - Luiz Checchia - Categoria A
4º - Rodrigo Ferreira - Categoria A
5º - Paulo Rovella - Categoria A
6º - Fulvio Oliveira - Categoria B
7º - Haroldo Junior - Categoria B
8º - Arnaldo Canero - Categoria A
9º - Rolf Gemperli - Categoria B
10º - Mario Campos - Categoria B


Classificação do campeonato até o momento:


Categoria A:


1º - José Vitte - 113 pontos
2º - Vicente da Costa - 108 pontos
3º - Rodrigo Ferreira - 111 pontos
4º - Luiz Chechia Filho - 85 pontos
5º - Paulo Rovella - 59 pontos
6º - Wallace Chamon - 42 pontos
7º - Sérgio Nachreiner - 37 pontos
8º - Roberto Souza - 35 pontos
9º - Arnaldo Canero - 27 pontos
10º - João Naufal Neto / Ricardo Serata, 20 pontos


Categoria B:


1º - Fúlvio Oliveira - 127 pontos
2º - Allan Bauer - 113 pontos
3º - Rolf Gemperli - 105 pontos
4º - José G. Figueiroa - 53 pontos
5º - Haroldo Silva Filho - 47 pontos
6º - Patrizio Brescacin - 36 pontos
7º - Eduardo Massa - 32 pontos
8º - Mário Campos - 30 pontos
9º - Alexandre Souza - 28 pontos
10º - Keko Ferraz - 25 pontos



10ª Etapa – Interlagos (SP) – 10 de novembro de 2002


Fulvio Oliveira, da categoria B, teve a primazia de vencer uma prova na classificação geral da temporada 2002 da DTM Turismo. Um feito e tanto para o líder do campeonato da categoria B. Vicente Costa finalizou a prova na segunda colocaçao e faturou a etapa na categoria A. De quebra, ainda cravou a melhor volta da corrida na décima segunda passagem, com o tempo de 2min05s532 e média de 119,102 km/h.



Fulvio Oliveira e o seu feito inédito - um piloto da categoria B venceu na classificação geral, na décima etapa da temporada




Faltando uma etapa para o fim da temporada, a classificação do campeonato de pilotos estava demais. Na categoria A, José Vitte e Vicente Costa estavam empatados com 128 pontos. A briga na categoria B também estava aberta, com Fulvio Oliveira tendo conquistado 147 pontos contra 128 pontos de Allan Bauer.


Resultado final:


1º - Fulvio Oliveira - 19 voltas em 41min10s557 - média de 119,299 km/h - Categoria B
2º - Vicente Costa - Categoria A
3º - José Vitte - Categoria A
4º - Allan Bauer - Categoria B
5º - Wallace Chamon - Categoria A
6º - José Figueiroa - Categoria B
7º - Alexandre Souza - Categoria B
8º - Fabio Delamuta - Categoria B
9º - Cássio Homem de Mello - Categoria B
10º - Luiz Checchia Filho - Categoria A


Classificação do campeonato até o momento:


Categoria A:


1º - José Vitte / Vicente da Costa - 128 pontos
3º - Rodrigo Ferreira - 111 pontos
4º - Luiz Chechia Filho - 95 pontos
5º - Paulo Rovella - 59 pontos
6º - Wallace Chamon - 54 pontos
7º - Sérgio Nachreiner - 37 pontos
8º - Roberto Souza - 35 pontos
9º - Arnaldo Canero - 27 pontos
10º - João Naufal Neto / Ricardo Serata - 20 pontos


Categoria B:


1º - Fúlvio Oliveira - 147 pontos
2º - Allan Bauer - 128 pontos
3º - Rolf Gemperli - 105 pontos
4º - José G. Figueiroa - 65 pontos
5º - Haroldo Silva Filho - 47 pontos
6º - Alexandre Souza - 38 pontos
7º - Patrizio Brescacin - 36 pontos
8º - Eduardo Massa - 32 pontos
9º - Mário Campos - 30 pontos
10º - Keko Ferraz - 25 pontos



11ª Etapa – Interlagos (SP) – 8 de dezembro de 2002


Foi uma temporada de muita disputa e excelente nível entre os pilotos das categorias A e B da DTM Turismo. A briga na última etapa entre os postulantes ao título na categoria A, José Vitte e Vicente Costa, chegou no limite máximo, a ponto dos dois pilotos se tocaram na reta principal, já no final da prova. Vitte levou a pior na disputa, batendo forte no muro. Apesar da confusão e de ter ido para o ambulatório da pista para ser examinado por conta da pancada, José Vitte sagrou-se campeão de 2002 da DTM Turismo na categoria A. Na categoria B, apesar da vitória, Allan Bauer nao conseguiu tirar de de Fulvio Oliveira o título de 2002.


Esta foi a última etapa da principal categoria do Chevrolet Corsa, que começou sua história na metade da década de 90 e ajudou a formar muitos pilotos para as categorias de turismo nacionais, além de gerar excelente entretenimento para o público aficcionado pelo automobilismo.



José Vitte, o campeão da categoria A





Fulvio Oliveira, o campeão da categoria B




Resultado final:


Categoria A:


1º - Rodrigo Ferreira
2º - Paulo Rovella
3º - Arnaldo Canero


Categoria B:


1º - Allan Bauer
2º - Fúlvio Oliveira
3º - Rolf Gemperli


Classificação final do campeonato:


Categoria A:


1º - José Vitte - 128 pontos
2º - Vicente da Costa - 124 pontos
3º - Rodrigo Ferreira - 115 pontos
4º - Luiz Chechia Filho - 91 pontos
5º - Paulo Rovella - 74 pontos
6º - Wallace Chamon - 54 pontos
7º - Arnaldo Canero - 39 pontos
8º - Sérgio Nachreiner - 37 pontos
9º - Roberto Souza - 35 pontos
10º - João Naufal Neto / Ricardo Serata - 20 pontos


Categoria B:


1º - Fúlvio Oliveira - 140 pontos
2º - Allan Bauer - 134 pontos
3º - Rolf Gemperli - 111 pontos
4º - José G. Figueiroa - 63 pontos
5º - Haroldo Silva Filho - 47 pontos
6º - Alexandre Souza - 40 pontos
7º - Patrizio Brescacin - 36 pontos
8º - Eduardo Massa - 32 pontos
9º - Mário Campos - 30 pontos
10º - Keko Ferraz - 25 pontos



A continuidade do Corsa nas pistas de corrida


O Chevrolet Corsa continuou sendo utilizado largamente nas competições automobilísticas nacionais, e assim vem sendo até os dias de hoje.


Foi possível ver a participação do pequeno hatch em provas de longa duração, como as Mil Milhas e 500 Km de Interlagos, as provas de marcas e pilotos em diversos campeonatos regionais espalhados pelo país, além de provas de arrancada e rallys. A se destacar nos dias atuais a equipe Otto, de Otavio Carmacio, que prepara diversos Corsas de corrida, direcionados a provas de longa duração e também a categorias do campeonato paulista (como a Open Paulista, por exemplo), com a utilização de motorizações Chevrolet mais potentes.



500 KM de Interlagos 2019 - com motorização 2 litros






Um dos Corsas da equipe Oto, nos 500 Km de Interlagos de 2022





Mais um Corsa na edição de 2019 dos 500 KM de Interlagos, esse da categoria 1.6






500 KM de Interlagos de 2001, com a dupla Evaldo Telles e Paulo Silveira






500 KM de Interlagos, edição de 2002






Esse modelo, que disputou a temporada de 2001 da Copa Corsa Metrocar (pilotado por Paulo Salustiano) foi resgatado e hoje está em plena atividade






Mais um Corsa que disputou a Copa Metrocar, resgatado e em plena atividade nos dias atuais















Gold Turismo em Interlagos, temporada de 2022






Gold Turismo em Interlagos, temporada de 2022






Um Corsa liderando o pelotão na molhada edição de 2017 do GP Cidade de São Paulo em Interlagos






Corsa da trinca Evaldo Telles, André Haadad e Paulo Silveira, na edição de 2001 das Mil Milhas Brasileiras






Mais um Corsa nas Mil Milhas de 2001, esse da trinca Marcelo Duka, Paulo Rovella e Murilo Macedo Filho






Campeonato Paulista de Automobilismo de 2013






Campeonato Paulista de Automobilismo de 2014






Campeonato Paulista de Automobilismo em janeiro de 2019






500 KM de Interlagos de 2006, pilotado por Rafael Iserhard, José Fernando Silva Jr. e Eduardo Cimirro