sábado, 28 de dezembro de 2019

Especial de fim de ano - ITC em Interlagos 1996




O ano de 1996 foi especial para quem é aficcionado por automobilismo aqui no Brasil. O principal campeonato de carros de turismo do mundo na época, o ITC (International Touring Car Championship) aportou em Interlagos para a realização da décima-segunda e penúltima etapa do campeonato mundial. O título estava em plena disputa entre os alemães Manuel Reuter (Opel Calibra) e Bernd Schneider (Mercedes Benz C-Klass). Era praticamente o "canto do cisne" de um campeonato criado um ano antes, originário do DTM (Deutsche Touringwagen Masters, ou Campeonato Alemão de Turismo) e que estava prestes a acabar. Para entender as razões do fim desse belíssimo campeonato é preciso voltar no tempo e mergulhar no contexto histórico da competição.



Os alemães há muito tempo organizam ótimos campeonatos de automobilismo. Desde 1972, com a criação do DRM (sigla de Deutsche Rennsport Meisterschaft, ou Campeonato Alemão de Automobilismo), os tedescos podiam acompanhar excelentes corridas, com envolvimento maciço das fábricas e participação de excelentes pilotos. Foi a consagração dos carros de regulamento Grupo 5 FIA, com motorização turboalimentada e carrocerias com o conceito "Silhouete", esta última característica que seria uma inspiração adotada anos à frente nos modelos do DTM.




O DRM fez muito sucesso nas terras germânicas nos anos 70



Os grids do DRM eram dominados por carros como BMW 320 Evolução E21, Porsche 935, Ford Capri e Escort e Lancia Beta Montecarlo. Pilotos do calibre de Marc Surer, Ronnie Peterson, Klaus Ludwig (que depois seria um dos principais nomes do DTM), Jochen Mass, Eddie Cheever, Manfred Winkelhock, Rolf Stommelen e Hans-Joachin Stuck disputaram o DRM e protagonizaram excelentes corridas.



A partir de 1982, os organizadores do DRM implantaram um novo regulamento técnico, baseado no Grupo C. A partir desse momento, o campeonato começa a perder a sua força, já que a mudança demandava carros mais sofisticados tecnologicamente e, por conseqüência, custos mais altos. O DRM teve a sua última temporada disputada no ano de 1984.



Em 1985, nascia o DTM, com regulamento mais austero, baseado em carros de produção e especificação do Grupo A - FIA. Os modelos que faziam parte dos primeiros anos do campeonato eram os BMW 635 CSI, Rover Vitesse, BMW M3, Ford Sierra RS500 e Volvo 240 Turbo.



A partir de 1990 e mais fortemente no ano de 1993, com a entrada da Alfa-Romeo, dava início a guerra tecnológica entre as marcas. Com regulamento mais permissivo, os carros podiam contar com carrocerias construídas em fibra de carbono, controle de tração, suspensão ativa, freios ABS e câmbio seqüencial, algumas das tecnologias que a partir de 1994 nem na Fórmula 1 existiam.



A Alfa-Romeo foi campeã de pilotos com o italiano Nicola Larini e também entre os construtores, com a Alfa 155 V6 TI, desbancando a principal rival Mercedes-Benz em sua casa. Com a forte concorrência entre as fábricas, foi a motivação para a Opel, subsidiária da General Motors na Alemanha, entrar de cabeça no campeonato, pensando também nas vendas no mercado europeu.




A Alfa-Romeo assombrou os alemães com a sua chegada em 1993




Em 1994, os principais modelos do DTM eram a Mercedes-Benz Classe C (estreando em substituição ao modelo 190 Evolution, que ficaram relegadas às equipes particulares da "classe B" do campeonato), a Alfa-Romeo 155 TI e o Opel Calibra, todos com motorização V6 de 2.5 litros de capacidade volumétrica, 4 válvulas por cilindro, comandos de válvulas com acionamento pneumático e média de 450 cavalos de potência, girando a 12 mil RPM´s. Alfa e Calibra adotavam a tração integral e a Mercedes, tração traseira. Foi um campeonato muito disputado entre as três marcas, com recordes de público nos autódromos dentro e fora da Alemanha (sim, o DTM já corria em pistas pela Europa, como por exemplo Mugello na Itália, Zolder na Bélgica e em Donington Park na Inglaterra). Na Alemanha, era muito comum o evento receber por volta de 150 mil pessoas nas arquibancadas em dia de corrida.



Os níveis de audiência em televisão do DTM também aumentaram em todo o mundo, inclusive aqui no Brasil, onde era transmitido em vídeo-tape na extinta Rede Manchete de televisão, dentro do programa "A Grande Jogada", revista eletrônica de esportes que dominava a grade da programação da emissora carioca nos sábados e domingos. A apresentação, narração e comentários ficavam por conta de Edgard Mello Filho, que brigou muito para trazer as transmissões das provas da categoria para o Brasil. Foi nessa época que o DTM ganhou diversos fãs aqui no país.



O grande campeão da temporada de 1994 foi o veterano Klaus Ludwig, com a nova Mercedes Classe C. Era o tricampeonato do alemão que foi um dos principais pilotos do DRM desde o final da década de 70. Apesar de um certo domínio da Mercedes-Benz, a temporada também contou com vitórias da Alfa-Romeo e também da Opel naquele ano.



Para 1995, com todo o crescimento do certame, foi criado o ITC, o International Touring Cars Championship, traduzindo, Campeonato Mundial de Carros de Turismo. O campeonato foi disputado paralelamente com o DTM e os carros, pilotos e equipes do ITC eram os mesmos do DTM. Mais uma vez, a Mercedes-Benz foi a grande vencedora, levando os canecos do DTM e do ITC com o alemão Bernd Schneider, o substituto na equipe AMG do veterano Klaus Ludwig, que havia se transferido para a Opel, correndo na equipe de Keke Rosberg. A Alfa-Romeo enfrentou diversos problemas técnicos e com fornecedores de equipamentos e não conseguiu fazer frente aos alemães da Mercedes. Já a Opel ainda estava em uma fase de forte desenvolvimento do Calibra, contando com o trabalho das equipes Joest e Rosberg.



Aliás, é bom destacar que as três marcas do campeonato contavam com auxílio técnico de equipes da Fórmula 1. A Mercedes recebia uma força da McLaren (principalmente pela relação de fornecimento oficial de motores na Fórmula 1), a Alfa-Romeo da Ferrari (pertenciam ao mesmo conglomerado de empresas, liderado pela Fiat) e a Opel da equipe inglesa Williams, que nessa época experimentava o auge da sua história.



Para a temporada de 1996, o DTM deixava de ser disputado e o campeonato definitivamente seria o ITC, com provas disputadas em diversas partes do mundo, inclusive com uma etapa aqui no Brasil, em Interlagos, que detalharemos nesta postagem mais à frente. Até a chegada em Interlagos, o ITC teve as seguintes provas e vencedores, sempre em rodadas duplas:



14 de abril de 1996 - Hockeinheim (Alemanha)

Prova 1 - Manuel Reuter - Opel Calibra
Prova 2 - Jan Magnussen - Mercedes-Benz Classe C


12 de maio de 1996 - Nurburgring (Alemanha)

Prova 1 - Jörg Van Ommen - Mercedes-Benz Classe C
Prova 2 - Manuel Reuter - Opel Calibra


26 de maio de 1996 - Estoril (Portugal)

Prova 1 - Alessandro Nanini - Alfa Romeo 155
Prova 2 - Alessandro Nanini - Alfa Romeo 155


09 de junho de 1996 - Helsinki (Finlândia)

Prova 1 - Hans-Joachin Stuck - Opel Calibra
Prova 2 - Hans-Joachin Stuck - Opel Calibra


23 de junho de 1996 - Norisring (Alemanha)

Prova 1 - Klaus Ludwig - Opel Calibra
Prova 2 - Klaus Ludwig - Opel Calibra


07 de julho de 1996 - Diepholz (Alemanha)

Prova 1 - Bernd Schneider - Mercedes-Benz Classe C
Prova 2 - Bernd Schneider - Mercedes-Benz Classe C


18 de agosto de 1996 - Silverstone (Inglaterra)

Prova 1 - Klaus Ludwig - Opel Calibra
Prova 2 - Gabriele Tarquini - Alfa Romeo 155


01 de setembro de 1996 - Nurburgring (Alemanha)

Prova 1 - Alessandro Nanini - Alfa Romeo 155
Prova 2 - Alessandro Nanini - Alfa Romeo 155


15 de setembro de 1996 - Magny Cours (França)

Prova 1 - Alessandro Nanini - Alfa Romeo 155
Prova 2 - Alessandro Nanini - Alfa Romeo 155


29 de setembro de 1996 - Mugello (Itália)

Prova 1 - Nicola Larini - Alfa Romeo 155
Prova 2 - Bernd Schneider - Mercedes-Benz Classe C


13 de outubro - Hockeinheim (Alemanha)

Prova 1 - Klaus Ludwig - Opel Calibra
Prova 2 - Manuel Reuter - Opel Calibra



Apesar de um campeonato com uma boa variedade de vencedores, a regularidade na pontuação dos alemães Manuel Reuter e Bernd Schneider fizeram com que os dois chegassem às duas últimas etapas do campeonato, Interlagos e Suzuka, no Japão, na disputa do título entre os pilotos.



Christian Fittipaldi detalha para o tio Emerson os comandos de seu Mercedes-Benz Classe C



O fim de semana de 25, 26 e 27 de outubro seria especial para a história de Interlagos e para quem teve a oportunidade de comparecer na pista paulistana nestes dias para vivenciar uma etapa do ITC. A transmissão das provas no país ficou a cargo do canal por assinatura Sportv, do grupo Globo. A narração foi de Luis Carlos Jr. e os comentários de Lito Cavalcanti.



A previsão da meteorologia para o fim de semana era de tempo instável, com possibilidade de chuvas isoladas para o horário da prova no domingo e temperaturas amenas. O ingresso mais barato custava 37 reais e o mais caro, 152 reais. A expectativa era de um bom público em Interlagos, o que se confirmou principalmente no dia da corrida, com os lugares das arquibancadas da reta dos boxes e do "S" do Senna totalmente esgotados.



Da esquerda para a direita, Ricardo Rosset (em 1996 correndo pela Footwork na F1), Dario Franchitti e Rubens Barrichello



Como havia sido costumeiro em toda a temporada do ITC, as equipes convidavam pilotos locais para participarem das etapas em cada país e no Brasil não foi diferente. A Opel, através da equipe Joest convocou Tony Kanaan, que naquele ano fazia uma sólida temporada na Indy Lights. A Mercedes havia convocado Ricardo Zonta (que já havia corrido na etapa de Nurburgring em setembro), mas não foi possível a sua participação e Christian Fittipaldi foi chamado de última hora para substituí-lo. Foi a oportunidade que a Mercedes encontrou para homenagear os 30 anos de automobilismo de Emerson Fittipaldi, na época em recuperação do gravíssimo acidente em uma etapa no super oval de Michigan, na Fórmula Indy. Por fim, a Alfa Romeo entregou uma 155 para um jovem de 24 anos chamado Max Wilson, que se destacava na Fórmula 3 alemã, com algumas vitórias e pouco orçamento para finalizar a temporada.



O jovem Tony Kanaan participou da etapa brasileira do ITC com este Opel Calibra



O circuito paulistano foi o palco perfeito para o desempenho dos modelos de tração nas quatro rodas. Na prova de classificação, a pole position ficou com o alemão Christian Danner, com Alfa Romeo, cravando o tempo de 1:32.631. Danner fez carreira sólida no DTM e ITC e antes havia passado pela Fórmula Indy e Fórmula 1.



Aliás, dos 24 pilotos presentes em Interlagos, 13 já haviam participado ou participavam naquele momento da categoria máxima do automobilismo. Muitos jovens do grid do ITC trilhariam ótimos caminhos no automobilismo mundial nos anos seguintes, como Dario Franchitti (Fórmula Indy), Jan Magnussen (Fórmula 1 e Gran Turismo), Giancarlo Fisichella (Fórmula 1) e os três participantes brasileiros.



Ao lado de Danner, largaria o finlandês J. J. Letho, com Opel Calibra da equipe de Keke Rosberg. Nicola Larini com Alfa Romeo fechou na terceira colocação. O desempenho dos três brasileiros na classificação foi modesto. Christian Fittipaldi conquistou o vigésimo tempo, Tony Kanaan largou uma posição à frente de Fittipaldi e Max Wilson cravou a décima sexta colocação.






A previsão do tempo se confirmou e a famosa chuva paulistana apareceu no domingo; a largada da primeira bateria foi dada com pista molhada. A partida foi tranqüila nas primeiras curvas, mas na saída do "S" do miolo e entrada da curva do Pinheirinho, o alemão Uwe Alzen (Opel Calibra) se enroscou com Gabriele Tarquini (Alfa Romeo 155). Os dois carros foram com velocidade para cima dos pneus, fazendo a Alfa de Tarquini escalar a barreira e provocar a primeira bandeira amarela da prova. Alessandro Nannini venceu a prova e Stefano Modena finalizou na segunda posição, ambos com Alfa. Os italianos fizeram uma corrida de recuperação, uma vez que haviam largado em sexto e em décimo, respectivamente. Para completar o excelente resultado na fábrica italiana, Christian Danner finalizou na terceira posição.




O italiano Alessandro Nannini sobrou na primeira bateria e levou o caneco




Tony Kannan abandonou a prova com problemas na caixa de câmbio de seu Calibra. Max Wilson finalizou na nona posição e Christian Fittipaldi uma colocação atrás.



Resultado final - primeira bateria - 24 voltas:


1º - Alessandro Nannini - Alfa Romeo 155
2º - Stefano Modena - Alfa Romeo 155
3º - Christian Danner - Alfa Romeo 155
4º - Manuel Reuter - Opel Calibra
5º - Bernd Schneider - Mercedes Benz Classe C
6º - J. J. Lehto - Opel Calibra
7º - Hans-Joachin Stuck - Opel Calibra
8º - Yannick Dalmas - Opel Calibra
9º - Max Wilson - Alfa Romeo 155
10º - Christian Fittipaldi - Mercedes Benz Classe C
11º - Oliver Gavin - Opel Calibra
12º - Giancarlo Fisichella - Alfa Romeo 155
13º - Dario Franchitti - Mercedes Benz Classe C
14º - Jan Magnussen - Mercedes Benz Classe C
15º - Jörg Van Ommen - Mercedes Benz Classe C
16º - Bernd Mayländer - Mercedes Benz Classe C
17º - Alexander "Sandy" Grau - Mercedes Benz Classe C
18º - Ellen Lohr - Mercedes Benz Classe C


Não finalizaram a prova:

Tony Kanaan - Opel Calibra
Klaus Ludwig - Opel Calibra
Michael Bartels - Alfa Romeo 155
Uwe Alzen - Opel Calibra
Gabriele Tarquini - Alfa Romeo 155
Nicola Larini - Alfa Romeo 155





No intervalo de 30 minutos entre a primeira e a segunda baterias, a chuva apareceu com muita intensidade em Interlagos. Dessa forma, a escolha de pneus foi determinante para os resultados finais da segunda corrida. Max Wilson e Nicola Larini (que largaria do fim do pelotão) optaram por pneus para pista molhada, quando os demais selecionaram os pneus intermediários. Foi o fator principal para o ótimo desempenho dos dois pilotos. Max deu show embaixo d´ água, fez ultrapassagens arrojadas frente a muitos veteranos consagrados da categoria e assumiu a ponta na quinta volta, empolgando o público presente no autódromo José Carlos Pace. Os jornalistas especializados destacavam o ótimo desempenho do brasileiro, que pilotava uma Alfa 155 do ano anterior, com aproximadamente 50 cavalos a menos que os outros carros e um lastro de 27 quilos, por ser estreante na categoria. Esses fatos só valorizavam o feito do brasileiro, que com esse resultado conseguiu impulsionar a carreira e a busca por patrocínios para sua continuidade no automobilismo.




Max Wilson deu show debaixo d´água com sua Alfa-Romeo 155 do ano anterior




Larini vinha com muita ação e na décima oitava volta ultrapassou Wilson para assumir a liderança, indo diretamente para a vitória na segunda prova. Max segurou a segunda posição, cravando um excelente resultado e levando a bandeira brasileira para o pódio. A festa do brasileiro em conjunto com os mecânicos italianos foi bonita de se ver.



Além do ótimo resultado de um brasileiro, Interlagos assistiu ao título do mundial de pilotos do alemão Manuel Reuter, da Opel, com uma etapa de antecedência.



Os demais brasileiros não tiveram melhor sorte na segunda bateria: Tony Kanaan abandonou novamente com problemas de transmissão em seu Opel Calibra e Christian Fittipaldi rodou logo na primeira volta e também abandonou.





Max comemorou muito!




Resultado final - segunda bateria - 24 voltas:


1º - Nicola Larini - Alfa Romeo 155
2º - Max Wilson - Alfa Romeo 155
3º - Jan Magnussen - Mercedes Benz Classe C
4º - Manuel Reuter - Opel Calibra
5º - Alessandro Nannini - Alfa Romeo 155
6º - Jörg Van Ommen - Mercedes Benz Classe C
7º - Bernd Mayländer - Mercedes Benz Classe C
8º - Stefano Modena - Alfa Romeo 155
9º - J. J. Lehto - Opel Calibra
10º - Dario Franchitti - Mercedes Benz Classe C
11º - Yannick Dalmas - Opel Calibra
12º - Alexander "Sandy" Grau - Mercedes Benz Classe C
13º - Ellen Lohr - Mercedes Benz Classe C
14º - Bernd Schneider - Mercedes Benz Classe C
15º - Oliver Gavin - Opel Calibra
16º - Giancarlo Fisichella - Alfa Romeo 155
17º - Michael Bartels - Alfa Romeo 155


Não finalizaram a prova:

Tony Kanaan - Opel Calibra
Christian Danner - Alfa Romeo 155
Hans-Joachin Stuck - Opel Calibra
Christian Fittipaldi - Mercedes Benz Classe C
Klaus Ludwig - Opel Calibra



O ITC ainda correu em Suzuka, no Japão, a última etapa do ano, onde a Mercedes Benz dominou e Dario Franchitti e Bernd Schneider venceram as duas baterias. Era o fim do ITC e também do DTM nesta primeira fase. A desistência prematura da Opel e da Alfa-Romeo e os custos vertiginosos de uma temporada, na ordem média de 75 milhões de dólares na época, por montadora, mataram a categoria.



O DTM, com regulamento mais austero, status de campeonato alemão e envolvimento oficial de Mercedes-Benz, Opel e Audi voltaria a ser disputado 4 anos depois, no ano 2000, mantendo a perenidade e competitividade até os dias atuais. Porém a fase da década de 90, com as Alfas, Calibras e Mercedes Classe C e os excelentes pilotos dessa época, ficaria marcada para sempre na história do automobilismo mundial.





A Mercedes-Benz aproveitou para homenagear a carreira de Emerson Fittipaldi







O alemão Manuel Reuter foi o campeão do ITC 1996


Um comentário:

  1. Bela matéria cara, registrando um dos grandes momentos de Interlagos. Meus parabéns!

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