terça-feira, 3 de novembro de 2026

TC2000 Argentina 2026: Valentín Yankelevich vence em General Roca, e Matías Rossi amplia liderança do campeonato


O TC2000 argentino disputou neste domingo, 1º de novembro de 2026, a décima etapa da temporada, no Autódromo Parque Ciudad de General Roca, na província de Río Negro, na Argentina.


O grande destaque da prova foi Valentín Yankelevich, que conquistou sua primeira vitória na categoria com um Toyota Corolla Cross. A equipe Toyota Gazoo Racing completou um excelente resultado ao colocar Matías Rossi e Emiliano Stang nas outras duas posições do pódio.




Valentín Yankelevich e seu Toyota Corolla Cross



Rossi, segundo colocado, foi um dos grandes beneficiados pelo resultado: ampliou sua vantagem na liderança do campeonato e deu mais um passo importante na luta pelo título de 2026. Agora, restam apenas duas etapas para o encerramento da temporada.


A largada da prova precisou ser repetida após um problema com o semáforo no primeiro procedimento. Na nova largada, Yankelevich assumiu a liderança e começou a construir sua vantagem na frente do pelotão.


Na décima volta, a direção de prova acionou o safety car após o despiste de Facundo Aldrighetti, da Honda. Na relargada, Yankelevich manteve a ponta, enquanto Emiliano Stang ganhou uma posição ao ultrapassar Marcelo Ciarrocchi, garantindo um lugar no pódio.


Matías Rossi também fez uma corrida importante para o campeonato. Sem precisar vencer, o piloto da Toyota terminou em segundo e aumentou a distância para Franco Vivian, seu principal concorrente na disputa pelo título.



Matias Rossi administrou sua vantagem na liderança do campeonato



Outro destaque foi Lucas Carabajal. Depois de largar da última posição, o piloto da Volkswagen conseguiu avançar pelo pelotão e terminou em quinto lugar.



Lucas Carabajal e seu Volkswagen Nivus



O resultado final confirmou um 1-2-3 da Toyota, com Yankelevich, Rossi e Stang nas três primeiras posições.


Resultado final da corrida

A prova teve 21 voltas, com tempo do vencedor de 36min07s254.

1º - Valentín Yankelevich - Toyota Corolla Cross - 36min07s254
2º - Matías Rossi - Toyota Corolla Cross - +1s495
3º - Emiliano Stang - Toyota Corolla Cross - +3s895
4º - Marcelo Ciarrocchi - Fiat Pulse - +9s438
5º - Lucas Carabajal - Volkswagen Nivus - +10s259
6º - Franco Vivian - Chevrolet Tracker - +11s748
7º - Franco Morillo - Chevrolet Tracker - +14s603
8º - Gabriel Ponce de León - Toyota Corolla Cross - +15s023
9º - Benjamín Squaglia - Fiat Cronos - +20s481
10º - Nicolás Traut - Chevrolet Cruze - +20s864
11º - Tomás Fernández - Toyota Corolla Cross - +27s025
12º - Matías Rodríguez - Volkswagen Nivus - +30s855


Não classificados:
Francisco Monarca — Chevrolet Cruze, 14 voltas.
Nicolás Palau — Honda ZR-V, 12 voltas.
Facundo Aldrighetti — Honda ZR-V, 9 voltas.
Federico Iribarne — Nissan Kicks, 4 voltas.

Yankelevich também registrou a volta mais rápida da corrida, com 1min35s050


Campeonato de pilotos após a décima etapa

A vitória de Yankelevich chamou a atenção, mas a principal consequência para o campeonato foi o aumento da vantagem de Matías Rossi. O piloto da Toyota chegou a General Roca com 159 pontos e saiu da etapa com 180 pontos, contra 149 de Franco Vivian. A diferença entre os dois passou de 28 para 31 pontos. Emiliano Stang, também da Toyota, permanece na terceira colocação, com 138 pontos.


Classificação atualizada:

1º - Matías Rossi - 180
2º - Franco Vivian - 149
3º - Emiliano Stang - 138
4º - Lucas Carabajal - 105
5º - Gabriel Ponce de León - 102
6º - Franco Morillo - 80
7º - Valentín Yankelevich - 78
8º - Franco Riva - 51
9º - Facundo Aldrighetti - 51
10º - Marcelo Ciarrocchi - 44


Quem ainda pode ser campeão?

A disputa está concentrada em três pilotos:
- Matías Rossi: líder e principal candidato ao título. Sua regularidade o colocou em posição privilegiada, e ele pode conquistar o campeonato antecipadamente na próxima etapa, dependendo dos resultados dos rivais e dos descartes;
- Franco Vivian: está 31 pontos atrás de Rossi na classificação acumulada. Precisa recuperar terreno nas duas provas restantes para continuar na disputa;
- Emiliano Stang: ocupa o terceiro lugar, a 42 pontos do líder. Ainda tem possibilidades matemáticas, mas depende de resultados fortes e de uma combinação favorável.



Emiliano Stang ainda tem chances matemáticas de título





Benjamín Squaglia compete com Fiat Cronos, um dos sedãs que ainda participam do campeonato




Facundo Aldrighetti e seu Honda ZR-V 







Franco Vivian, que compete com Chevrolet Tracker, briga diretamente pelo título de 2026








Nissan Kicks de Federico Iribarne






Mais um sedã que ainda compete no TC2000, o Chevrolet Cruze de Francisco Monarca






Tomás Fernández - Toyota Corolla Cross











Volkswagen Nivus de Matías Rodríguez





Nicolas Palau e seu Honda ZR-V







Matias Rossi muito próximo do título do TC2000 de 2026


domingo, 25 de outubro de 2026

Turismo Carretera: Mauricio Lambiris vence em Rosário e esquenta a disputa pela Copa de Oro


Uruguaio domina a 13ª etapa da temporada com Ford Mustang, enquanto Matías Rossi e Mariano Werner completam o pódio. Julián Santero assume a liderança geral da Copa de Oro, e Facundo Chapur segue à frente entre os classificados diretos.





O Turismo Carretera disputou neste domingo, 25 de outubro, a 13ª etapa da temporada 2026, no Autódromo Juan Manuel Fangio, em Rosário, na Argentina. Em uma corrida marcada por incidentes no início e disputas importantes para o campeonato, Mauricio Lambiris foi o grande protagonista do fim de semana. O uruguaio, que defende a Scuderia JT com um Ford Mustang, confirmou o desempenho apresentado desde a classificação, venceu a prova e conquistou um resultado fundamental para sua campanha na Copa de Oro.



Matías Rossi, com Toyota Camry, terminou na segunda posição, enquanto Mariano Werner, também com Ford Mustang, garantiu o terceiro lugar. Julián Santero, pilotando um BMW, foi o quarto colocado, resultado que lhe permitiu assumir a liderança geral da disputa pelo título quando considerados os três competidores que podem ingressar pelo sistema de Último Minuto.



Lambiris transforma domínio em vitória

Mauricio Lambiris começou a construir seu resultado ainda no sábado, quando conquistou a pole position. O uruguaio superou Matías Rossi por apenas 0s192, assegurando a posição de honra no grid e indicando que teria condições de lutar pela vitória.





No domingo, o piloto manteve o ritmo competitivo e confirmou o bom desempenho ao vencer sua série classificatória. Na corrida principal, voltou a demonstrar consistência e soube administrar as situações que surgiram ao longo da prova.



Um incidente envolvendo diversos carros no pelotão intermediário provocou a entrada do carro de segurança logo na primeira volta. A neutralização interrompeu momentaneamente o ritmo da disputa, mas não impediu Lambiris de preservar a liderança no reinício.



Com o Ford Mustang apresentando bom equilíbrio, o uruguaio conseguiu controlar a aproximação de Rossi e manteve uma vantagem suficiente para evitar ataques decisivos do adversário. Sem cometer erros, conduziu a prova até a bandeirada e confirmou uma vitória expressiva em Rosário.



O resultado também teve significado especial para a Scuderia JT. Em sua segunda corrida com a equipe, Lambiris já conseguiu transformar a mudança de estrutura em uma vitória na principal categoria do automobilismo argentino.



Rossi mantém a pressão, e Werner completa o pódio

Matías Rossi foi um dos principais adversários de Lambiris durante o fim de semana. O piloto do Toyota Camry ficou próximo do poleman na classificação e voltou a mostrar competitividade na corrida principal.



Apesar da pressão exercida sobre o líder, Rossi não encontrou a oportunidade necessária para assumir a primeira posição. O segundo lugar, entretanto, representou um resultado consistente em uma etapa na qual cada ponto pode fazer diferença na reta final do campeonato.



Mariano Werner também teve motivos para comemorar. O piloto do Ford Mustang avançou pelo pelotão e terminou na terceira posição, assegurando pontos importantes para sua campanha na Copa de Oro.



O pódio reforçou a competitividade da categoria, que reúne diferentes fabricantes e modelos em uma temporada na qual o equilíbrio entre os principais candidatos ao título tem sido um dos elementos centrais da disputa.



Santero aproveita a oportunidade e assume a liderança geral

Se Lambiris foi o nome da corrida, Julián Santero foi um dos grandes beneficiados pelo resultado na perspectiva do campeonato.



O piloto do BMW terminou em quarto lugar e somou pontos importantes para a Copa de Oro. Ao mesmo tempo, Facundo Chapur teve uma prova complicada: depois de largar da 37ª posição, conseguiu avançar até o 17º lugar, mas perdeu terreno na disputa pela liderança.



Com isso, Santero passou a ocupar a primeira posição na classificação geral que considera também os três pilotos vinculados ao sistema de Último Minuto.



A situação exige uma distinção importante. A Copa de Oro possui uma classificação entre os 12 competidores classificados diretamente para o minitorneio e outra configuração quando são considerados os três pilotos adicionais. Nesse segundo cenário, Santero aparece na frente, enquanto Chapur permanece como líder entre os classificados diretos.



A diferença entre essas duas classificações é fundamental para compreender a disputa pelo título e acompanhar os movimentos das próximas etapas.



Chapur perde terreno, mas continua na briga

Facundo Chapur chegou a Rosário em posição privilegiada, mas encontrou dificuldades para transformar a etapa em um resultado expressivo.



O 17º lugar na corrida principal limitou sua pontuação e permitiu a aproximação dos adversários. Mesmo assim, o piloto do Torino continua entre os principais candidatos ao campeonato.



Na classificação dos 12 competidores originalmente classificados para a Copa de Oro, Chapur soma 100,5 pontos e mantém a liderança. Mariano Werner aparece logo atrás, com 95,5 pontos, seguido por Agustín Canapino, que tem 94 pontos.



A diferença reduzida entre os três mostra que a disputa permanece aberta. Uma boa atuação em Río Cuarto poderá alterar novamente a ordem dos candidatos.



Canapino permanece próximo dos líderes

Agustín Canapino terminou a etapa na oitava posição com seu Chevrolet Camaro. Embora não tenha conseguido acompanhar o ritmo dos três primeiros, o argentino conquistou pontos importantes para permanecer na disputa.



Com 94 pontos na classificação apresentada após Rosário, Canapino está a apenas 1,5 ponto de Werner. A proximidade deixa os dois em uma disputa direta pela segunda posição entre os classificados originais, mantendo ambos em condições de pressionar Chapur.



O cenário também evidencia a importância da regularidade nesta fase do campeonato. Com poucas corridas restantes, terminar entre os primeiros pode ser tão importante quanto conquistar uma vitória, especialmente quando os principais concorrentes têm desempenhos semelhantes.



Fritzler sofre com problema mecânico

Otto Fritzler teve um domingo particularmente difícil. O piloto abandonou a prova por causa de um problema mecânico e deixou de somar pontos que poderiam ser importantes para sua campanha.



Com 85 pontos na classificação divulgada após a etapa, Fritzler permanece na disputa, mas perdeu contato com o grupo que ocupa as primeiras posições.



Em uma fase na qual os concorrentes precisam combinar velocidade e confiabilidade, o abandono representa um revés significativo. O piloto terá de buscar recuperação na próxima rodada para continuar na luta pelo campeonato.






Resultado final da corrida em Rosário

A classificação final divulgada após as decisões dos comissários desportivos confirmou Mauricio Lambiris como vencedor da 13ª etapa.


Os dez primeiros colocados foram:

Mauricio Lambiris — Ford Mustang;
Matías Rossi — Toyota Camry;
Mariano Werner — Ford Mustang;
Julián Santero — BMW;
Marcos Landa — Chevrolet Camaro;
Diego Azar — Mercedes-Benz;
Hernán Palazzo — Toyota Camry;
Agustín Canapino — Chevrolet Camaro;
Elio Craparo — Ford Mustang;
José Manuel Urcera — Mercedes-Benz.


A prova teve 25 voltas e foi marcada por incidentes, neutralização inicial e decisões posteriores dos comissários que modificaram a classificação inicialmente divulgada.



Copa de Oro: classificação após Rosário

A disputa pelo título apresenta duas referências distintas: a classificação geral, que considera os três pilotos adicionais, e a tabela dos 12 classificados diretamente.



Na classificação geral divulgada após a etapa, os principais nomes aparecem assim:

1º - Julián Santero - 116,5
2º - Facundo Chapur - 100,5
3º - Mariano Werner - 95,5
4º - Agustín Canapino - 94,0
5º - Otto Fritzler - 85,0
6º - Luis José Di Palma - 84,5
7º - Marco Dianda - 79,0
8º - Matías Rossi - 78,0
9º - Jonatan Castellano - 72,5
10º - Mauricio Lambiris - 69,0


Os números mostram a vantagem de Santero na classificação geral, mas a diferença entre Chapur, Werner e Canapino mantém a luta acirrada entre os competidores classificados diretamente.



A vitória de Lambiris também o recoloca em evidência. Embora ainda precise reduzir a distância para os primeiros colocados, o uruguaio demonstrou que pode desempenhar um papel importante na reta final.



Río Cuarto será o próximo capítulo

Depois de Rosário, o Turismo Carretera seguirá para Río Cuarto, com programação prevista para os dias 14 e 15 de novembro de 2026.



A próxima etapa terá importância decisiva para os candidatos ao título. Chapur precisará recuperar os pontos perdidos, enquanto Werner e Canapino tentarão aproveitar a proximidade na tabela para pressionar o líder entre os classificados diretos.



Santero, por sua vez, chega fortalecido pelo resultado em Rosário e tentará sustentar a liderança geral. Lambiris também terá a oportunidade de confirmar que a vitória não foi um episódio isolado, mas o início de uma sequência competitiva na fase decisiva do campeonato.



Uma vitória que muda o cenário

A etapa de Rosário deixou duas histórias importantes. Na pista, Mauricio Lambiris transformou a pole position em vitória e confirmou a força do Ford Mustang da Scuderia JT. No campeonato, Julián Santero aproveitou o resultado para assumir a liderança geral da Copa de Oro, enquanto Facundo Chapur perdeu parte da vantagem que possuía entre os classificados diretos.



Com Werner e Canapino separados por apenas 1,5 ponto, e outros concorrentes ainda próximos, a disputa pelo título permanece aberta.



O Turismo Carretera chega à reta final com diferentes estratégias e objetivos: Lambiris quer prolongar o embalo da vitória, Santero busca defender a liderança e Chapur precisa reagir para impedir que seus adversários assumam o controle da disputa.

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Zanoello Cup enfrenta vento forte e disputas acirradas na quinta etapa em Lacerdópolis


Campeonato teve quatro categorias em ação neste domingo, no Autódromo Sítio Família Lago





Lacerdópolis (SC) – Céu aberto, sol e muita disputa marcaram a quinta etapa da Zanoello Cup 2026, realizada neste domingo (18), no Autódromo Sítio Família Lago, em Lacerdópolis, Santa Catarina. Apesar das condições favoráveis de visibilidade, o vento forte foi um dos principais adversários dos pilotos, exigindo habilidade e adaptação ao longo das baterias.


Depois de duas etapas consecutivas em que pilotos e equipes estabeleceram recordes de pista, o desafio desta vez foi diferente. Desde o sábado, rajadas de vento de até 40 km/h e temperaturas entre 7°C e 14°C influenciaram as condições do circuito. Com o vento acelerando a secagem do traçado a cada volta, os competidores precisaram lidar com uma pista que mudava constantemente, tornando as disputas ainda mais imprevisíveis.






Na velocidade na terra, cada etapa apresenta um novo cenário e cada volta exige uma leitura diferente das condições do circuito. Em Lacerdópolis, a capacidade de adaptação e o controle do carro foram determinantes para buscar bons resultados nas quatro categorias em disputa: AP Carburada 1.6, AP Injetada, AR 1.6 e AP Força Livre.


Um dos destaques da etapa foi Rodrigo Reisdofer, que conquistou a pole position e venceu a primeira bateria da AP Carburada 1.6. O resultado teve um significado especial para o piloto, que voltou a competir após passar por uma cirurgia no tornozelo, realizada depois da segunda etapa da temporada. Ele retornou às pistas na quarta etapa e, agora, voltou a ocupar lugar de destaque na quinta rodada do campeonato.






“É muito bom poder voltar. É uma pena que a gente não tenha conseguido participar de todas as etapas deste ano, mas, mesmo assim, o retorno está sendo bom. A pista está ótima. A ideia era justamente tentar sair na frente e não deixar o Everson para trás, principalmente, porque ele é um excelente piloto e está disputando a liderança do campeonato. A gente tentou buscar pelo menos um segundo lugar, já que tivemos algumas ausências durante o ano”, comentou Reisdofer.


Felipe F. Castagnaro destacou que a etapa também foi marcada pelo desafio de enfrentar um traçado escorregadio. “Estava de difícil simulação, que exigiu atenção do início ao fim. Mesmo assim, busquei manter o ritmo e completar as provas, em uma disputa que colocou à prova tanto a técnica quanto a resistência física”, contou o piloto da divisão Força Livre.





Fabio Pederseti aproveitou cada curva e fechou na primeira posição. “Foi uma etapa que consegui me divertir e acredito que o público também”, finalizou o piloto da AP Injetada.


Após a quinta etapa, a Zanoello Cup se prepara para a sexta e última rodada do calendário de 2026, cuja data ainda será definida.


A quinta etapa teve transmissão ao vivo pelo YouTube, nos canais oficiais da Zanoello Cup (@zanoellocup). Durante a semana, o conteúdo também será exibido pela High Speed TV (@highspeedtvbr), PH Sport TV (@phsporttvbr) e Parc Fermé (@parcfermetv2022).


A temporada 2026 conta com o patrocínio da Zanoello Troféus e da Scherer Autopeças, além do apoio de parceiros que contribuem para a realização do campeonato. Entre eles está a Santa Proteção Veicular, responsável pela premiação do campeão Overall, que receberá nesta temporada o Troféu Santa Proteção Veicular.


ZANOELLO CUP 2026 – 5ª ETAPA
18/10/2026 – AUTÓDROMO SÍTIO FAMÍLIA LAGO
CATEGORIAS AP CARB 1.6 | AR 1.6



RESULTADOS APÓS AS 2 PROVAS

FINAL AP CARBURADA 1.6#18 Rodrigo Reisdofer/ Matheus Everson, 28 pontos#14 Everson Dall Orsoletta/Emerson Centenaro, 22#51 Douglas Prestes, 3

FINAL AP INJETADA#91 Fabio Pederseti, 28 pontos
#85 Mateus Everson/ Emerson Scapini, 22#7 Pedro Lancini, 20#8 Vinicius G. da Luz/ Emerson, 3

FINAL AR 1.6#35 Otávio Ferlin, 28 pontos
#53 Eduardo Dalla Lana, 21
#69 Amarildo Dallorsoleta, 20
#21 Marcelo Cevey/Franco Ferlin, 19

FINAL AP FORÇA LIVRE#27 Felipe F. Castagnaro, 28 pontos
#89 Tauan de Souza, 22
#29 Claian Cervelin, 19
#2 Eliseu Grassi, 18
#17 Francisco Castagnaro/Juliano Tieppo, 10












Calendário ZanoelloCup 2026

Etapa 1 – 08/03
Etapa 2 – 19/04
Etapa 3 – 26/07
Etapa 4 – 06/09
Etapa 5 – 18/10
Etapa 6 – a definir



Consultoria e Assessoria de Comunicação
SiG Comunicação – sig@sigcomunicacao.com.br
Silvana Grezzana Santos – +55 (11) 99972-6966
www.sigcomunicacao.com.br

Pipo Derani destaca pole histórica da Genesis Magma Racing nas 6 Horas de Barcelona


Brasileiro celebra primeira pole position da equipe no FIA WEC, mas lamenta problemas durante a corrida que deixaram o time fora da zona de pontos





A Genesis Magma Racing conquistou um marco histórico na penúltima etapa da temporada 2026 do Campeonato Mundial de Endurance da FIA (FIA WEC). Nas 6 Horas de Barcelona, disputadas neste domingo (18), o francês Mathys Jaubert garantiu a primeira pole position da equipe na categoria Hypercar, colocando o GMR-001 #17 na posição de honra do grid.


Ao lado do brasileiro Pipo Derani e do alemão André Lotterer, Jaubert mostrou o potencial do protótipo na classificação, embora a equipe tenha enfrentado uma corrida desafiadora e terminado na 16ª posição.


O desempenho na classificação confirmou a evolução da Genesis Magma Racing ao longo de sua temporada de estreia. Depois de apresentar bom ritmo nos treinos livres, o GMR-001 #17 avançou à Hyperpole, sessão decisiva que define as primeiras posições do grid. Jaubert aproveitou a oportunidade e estabeleceu duas voltas competitivas o suficiente para assegurar a pole position, um resultado inédito para a marca no FIA WEC.


A corrida, porém, trouxe condições bastante diferentes. A chuva durante a noite deixou a pista molhada para a largada, e todos os competidores começaram com pneus de chuva. As condições variáveis de aderência tornaram a prova especialmente complicada para o time.


“Foi uma corrida bastante difícil para nós, mas precisamos levar os pontos positivos deste fim de semana, principalmente a primeira pole position da Genesis Magma Racing, algo que podemos comemorar. Tivemos alguns problemas durante a prova, mas conseguimos resolvê-los enquanto a corrida acontecia. Este é o primeiro ano do projeto e ainda temos muitas lições para levar adiante. O carro demonstrou muito desempenho, e isso é algo que nos deixa bastante felizes”, analisou Derani, que ao lado dos companheiros conquistou os melhores resultados do time até aqui, com dois Top-8.






A equipe agora concentra seus esforços na etapa final do campeonato, as 6 Horas de Monza, na Itália, em novembro.



Mais informações:
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Imprensa
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Maior campeão da história, Ingo Hoffmann será embaixador e coach em equipe-academia


"Vivo um dos momentos mais felizes da minha carreira", disse o dono de 12 títulos e 77 vitórias na Bradesco Stock Car. Ex-piloto de Fórmula 1 vai preparar novos talentos do automobilismo profissional




Um dos maiores nomes do esporte a motor brasileiro terá um novo papel na preparação de talentos. Ingo Hoffmann, recordista de títulos da principal categoria do automobilismo nacional, será embaixador, coach e gestor da Academia Stock Car, nova equipe que estreará na Bradesco Stock Pro Series em 2027. O projeto terá como missão desenvolver pilotos e profissionais de diferentes áreas, incluindo engenheiros, mecânicos, chefes de equipe e telemetristas. Ex-piloto de Fórmula 1, Ingo compartilhará os conhecimentos adquiridos ao longo de sua impressionante trajetória dentro e fora das pistas.


No último domingo de semana (18), Hoffmann foi recepcionado por todos os pilotos da Stock, que o levaram para diante da arquibancada para ser aplaudido de pé pelo público que lotava as dependências do autódromo de Cascavel (PR). Na Academia Stock Car, o dodecacampeão assumirá três funções complementares. Como embaixador, representará a equipe e a própria categoria, contribuindo para aproximar o público, patrocinadores e adeptos do esporte da Stock Car. Na função de coach, atuará diretamente na orientação dos pilotos, compartilhando conhecimentos acumulados durante décadas de competições no Brasil e no exterior. Hoffmann também terá papel na gestão da equipe, atuando como consultor em todos os aspectos da condução do novo time-escola.


“Este é um dos momentos mais felizes da minha carreira”, declarou Hoffmann. “Eu sempre quis dar continuidade ao meu trabalho na Stock Car. Eu dediquei a minha vida a essa categoria e ela me retribuiu muito. Por isso, queria continuar a me envolver para valer na competição. E o projeto da Academia se encaixou como uma luva nos meus sonhos. Sou muito grato por esta nova missão, para a qual vou me dedicar ao máximo. As novas gerações e o esporte merecem esse respeito e atenção que o Grupo Veloci está oferecendo com este projeto”, completou.




Números inalcançáveis - Aos 73 anos, Ingo Hoffmann reúne números que são considerados inalcançáveis na Stock Car. Em 30 temporadas, entre 1979 e 2008, conquistou 12 títulos, recorde absoluto da categoria, além de acumular 77 vitórias e 58 poles. Sua trajetória inclui uma sequência de seis campeonatos consecutivos, entre 1989 e 1994, o período de maior domínio absoluto de um piloto na história da Stock Car.


Antes de se consagrar como o maior campeão da Stock Car, Ingo também representou o Brasil no cenário internacional. Sua passagem pelas categorias de formação europeias abriu caminho para a Fórmula 1, na qual competiu pela equipe brasileira Copersucar-Fittipaldi em 1976 e 1977. Ao todo, disputou três Grandes Prêmios, tendo como melhor resultado o sétimo lugar no GP do Brasil de 1977, em Interlagos.


A importância de Ingo para a categoria também é simbolizada pela aposentadoria de seu tradicional número 17, em reconhecimento às suas conquistas. Agora, essa história ganha um novo capítulo fora das pistas, dedicado à orientação de profissionais que buscam espaço no automobilismo.




“A maior realização” - Entre os marcos de sua vida, Hoffmann cita como a sua mais importante realização o Instituto Ingo Hoffmann. Criada em Campinas (SP) em 2005, três anos antes de o Alemão deixar as pistas, a instituição acolhe e oferece moradia gratuita em 30 chalés para crianças portadoras de câncer e seus familiares. As famílias vêm de diversas partes do Brasil, sempre sem condições de se manter enquanto as crianças enfrentam tratamentos que podem durar anos.


A instituição, que tem 21 anos e sobrevive com doações, oferece cuidado integral, com moradia, alimentação, transporte, apoio emocional e assistência social, incluindo atividades como oficinas de arte, música, recreação e cuidados da condição física de crianças e familiares, visando promover a qualidade de vida e leveza durante o tratamento.


Academia apresentará mais novidades - Criada pelo Grupo Veloci, a Academia foi idealizada para oferecer oportunidades de desenvolvimento a jovens profissionais que buscam espaço na Bradesco Stock Pro Series. Além de preparar os futuros pilotos para os desafios da principal divisão nacional, a nova equipe também vai treinar novos profissionais em todas as áreas técnicas fundamentais para o funcionamento de uma estrutura de competição.


A chegada do maior campeão da história da categoria reforça a proposta de aproximar diferentes gerações do esporte. Para os novos pilotos, será a oportunidade de aprender diretamente com um profissional que acompanhou a evolução da Stock Car desde seus primeiros anos e construiu uma das trajetórias mais vitoriosas do automobilismo nacional.



Perfil: Ingo Hoffmann
Nome completo: Ingo Ott Hoffmann
Nascimento: 28 de fevereiro de 1953, em São Paulo (SP)
Idade: 73 anos
Títulos na Stock Car: 12 (recorde)
Vitórias na Stock Car: 77 (recorde)
Pole positions: 58 (recorde)
Temporadas disputadas: 30 (1979 a 2008)
Campeão em: 1980, 1985, 1989, 1990, 1991, 1992, 1993, 1994, 1996, 1997, 1998 e 2002
Recorde: Seis títulos consecutivos (1989 a 1994)
Internacional: competiu na Fórmula 1 (1976 e 1977)
Número histórico: 17, aposentado pela Stock Car em sua homenagem
Nova função: Embaixador, coach e gestor da Academia Stock Car a partir de 2027



Contatos
Rodolpho Siqueira / Vinícius Alves
(11) 9 5472 0163

sábado, 17 de outubro de 2026

Temporada 2026 do Turismo Carretera: um raio-X da principal categoria do automobilismo argentino



BMW e Mercedes-Benz ampliam a diversidade técnica da principal categoria argentina, enquanto Otto Fritzler lidera o campeonato geral e Facundo Chapur assume a ponta da Copa de Oro após 12 etapas.







A temporada 2026 do Turismo Carretera confirma a capacidade de renovação de uma das categorias mais tradicionais do automobilismo mundial. Com sete fabricantes representados, carros de silhueta inspirados em modelos de produção, motores de competição regulamentados pela ACTC e um sistema de campeonato que reserva as cinco últimas etapas para a decisão da Copa de Oro, a categoria argentina apresenta uma combinação particular de história, tecnologia e disputa esportiva.



Ford, Chevrolet, Dodge, Torino e Toyota dividem o grid com dois novos projetos que ampliaram o interesse técnico da temporada: BMW e Mercedes-Benz. A entrada do BMW M4 e do Mercedes-AMG CLE 53 acrescentou novas referências visuais e construtivas a uma categoria que procura manter a paridade entre marcas com dimensões, carrocerias e características distintas.






Após a 12ª etapa, disputada em San Nicolás, Otto Fritzler lidera o campeonato argentino com 332 pontos. Jonatan Castellano aparece em segundo, com 319, enquanto Agustín Canapino ocupa a terceira posição, com 317. Na Copa de Oro Río Uruguay Seguros, entretanto, a situação é diferente: Facundo Chapur assumiu a liderança com 82,5 pontos, apenas 1,5 à frente de Julián Santero.

Com três etapas restantes — Rosario, Río Cuarto e La Plata —, a definição do título permanece aberta.








Os sete modelos do Turismo Carretera

O regulamento técnico de 2026 reconhece sete modelos: Mercedes-Benz CLE 53 AMG Coupé, BMW M4 Coupé, Toyota Camry, Chevrolet Camaro, Ford Mustang, Dodge Challenger e Torino NG.



Apesar da aparência associada aos veículos de produção, os carros são estruturas de competição fabricadas por fornecedores autorizados, com carrocerias homologadas, componentes padronizados e dimensões determinadas pela ACTC. O objetivo é preservar a identidade visual de cada fabricante sem permitir que diferenças entre os modelos de rua determinem diretamente o desempenho em pista.



Ford Mustang

O Mustang representa a Ford com motor de 3.430 cm³ e peso mínimo regulamentar de 1.310 kg. O modelo tem entre-eixos permitido entre 2.750 e 2.810 mm, conforme as especificações técnicas da categoria.

A marca conta com nomes tradicionais do campeonato, entre eles Mariano Werner, que venceu em Termas de Río Hondo e San Luis, e outros pilotos que disputam regularmente as primeiras posições.






Chevrolet Camaro

O Camaro utiliza motor de 3.460 cm³, peso mínimo de 1.310 kg e entre-eixos permitido entre 2.789 e 2.849 mm.

A Chevrolet continua representada por pilotos de destaque, como Agustín Canapino e Christian Ledesma. Canapino venceu em Neuquén e permanece entre os três primeiros do campeonato geral, enquanto Ledesma também figura entre os dez primeiros.






Dodge Challenger

O Challenger utiliza motor de 3.500 cm³ e peso mínimo de 1.310 kg, com entre-eixos entre 2.789 e 2.849 mm. Seu splitter dianteiro possui dimensão regulamentar distinta da maioria dos modelos, com 80 mm.

Jonatan Castellano é um dos principais representantes da Dodge e ocupa a segunda posição na classificação geral após San Nicolás.







Torino Nueva Generación

O Torino NG é o representante de um dos nomes mais emblemáticos da história automobilística argentina. Seu motor tem 3.550 cm³, a maior cilindrada entre os sete modelos, e o peso mínimo regulamentar é de 1.300 kg.

O entre-eixos permitido varia entre 2.789 e 2.840 mm. A carroceria segue as medidas homologadas para o projeto, com componentes específicos fornecidos pela estrutura autorizada da categoria.

Em 2026, Ignacio Faín e Facundo Chapur ganharam protagonismo com o Torino. Faín conquistou em San Nicolás sua primeira vitória no Turismo Carretera, com Chapur em segundo, resultado que colocou dois Torino nas primeiras posições.






Toyota Camry

O Camry utiliza motor de 3.500 cm³, peso mínimo de 1.310 kg e entre-eixos entre 2.789 e 2.840 mm.

A Toyota faz parte da geração de modelos que ampliou a diversidade técnica da categoria nos últimos anos. Matías Rossi e Luis José Di Palma estão entre os pilotos que representam a marca na temporada.





BMW M4 Coupé

A BMW estreou na nova configuração do campeonato com o M4 Coupé, equipado com motor de 3.430 cm³ e peso mínimo de 1.310 kg. O entre-eixos regulamentar está entre 2.750 e 2.810 mm.

Julián Santero é o principal nome do projeto. Sua vitória em Viedma marcou a primeira conquista de um BMW na história do Turismo Carretera. Mesmo fora dos 12 primeiros da classificação geral após a etapa regular, Santero entrou na disputa da Copa de Oro como um dos pilotos de último minuto e ocupa a segunda posição no minitorneio após San Nicolás.







Mercedes-Benz CLE 53 AMG Coupé

A Mercedes-Benz participa com o CLE 53 AMG Coupé, modelo equipado com motor de 3.500 cm³, peso mínimo de 1.310 kg e entre-eixos entre 2.789 e 2.840 mm.

Otto Fritzler é o principal representante do projeto e conquistou a vitória em Posadas. Com uma sequência consistente de resultados, o piloto chegou à fase decisiva como um dos candidatos ao título e ocupa a liderança do campeonato geral.







Ficha técnica comparativa


Ford Mustang
3.430 cm³
1.310 kg
2.750–2.810 mm


Chevrolet Camaro
3.460 cm³
1.310 kg
2.789–2.849 mm


Dodge Challenger
3.500 cm³
1.310 kg
2.789–2.849 mm


Torino NG
3.550 cm³
1.300 kg
2.789–2.840 mm


Toyota Camry
3.500 cm³
1.310 kg
2.789–2.840 mm


BMW M4
3.430 cm³
1.310 kg
2.750–2.810 mm


Mercedes-Benz CLE 53
3.500 cm³
1.310 kg
2.789–2.840 mm


Os valores de peso são os mínimos regulamentares, incluindo piloto equipado e os líquidos remanescentes previstos no procedimento de pesagem. Lastros por desempenho são acrescentados conforme as regras esportivas.



Motores e regulamento técnico

O regulamento técnico estabelece cilindradas específicas para cada fabricante, limite máximo de 8.500 rpm e relação de compressão de 10,5:1 para todas as marcas.



Os componentes internos estão sujeitos a especificações de medidas, materiais e pesos. O comando de válvulas é homologado e fornecido pela estrutura autorizada, enquanto a tampa de cilindros também segue homologação própria e não admite modificações livres.



A categoria permite o uso de caixas de câmbio de seis marchas à frente e uma marcha à ré, incluindo os modelos Sáenz TT3, Sadev BV6SCL924 e 3MO-TXL, respeitando as relações estabelecidas no regulamento.



Na aerodinâmica, o splitter dianteiro é homologado e possui medidas diferentes conforme o modelo. BMW, Ford Mustang, Chevrolet Camaro, Toyota Camry e Mercedes-Benz utilizam a medida de referência de 40 mm; Dodge Challenger e Torino NG têm autorização para 80 mm. A altura mínima regulamentar do conjunto de piso e splitter é de 60 mm, com a tolerância prevista no documento técnico.



A asa traseira também possui dimensões definidas por modelo. O conjunto aerodinâmico é limitado aos componentes expressamente autorizados pela ACTC, evitando soluções livres que poderiam ampliar diferenças entre os carros.



O peso mínimo é de 1.310 kg para seis dos sete modelos, enquanto o Torino NG tem limite de 1.300 kg. O regulamento determina que a pesagem seja feita com o piloto, equipamento de segurança, líquidos e combustível remanescente, sem adição posterior de fluidos.



Como funciona o fim de semana

O formato habitual prevê dois treinos no sábado, com sessões de 20 e 30 minutos por grupo, seguidos de classificação em sessões de oito minutos para cada quarto do grid.



No domingo são disputadas três séries classificatórias de cinco voltas cada. A final normalmente tem 25 voltas ou duração máxima de 50 minutos, com exceções previstas para provas especiais e determinados circuitos.





A classificação concede dois pontos ao piloto mais rápido. As séries distribuem pontos aos dez primeiros, e a final concede 40 pontos ao vencedor, com pontuação decrescente para as posições seguintes. Na última etapa do campeonato, os pontos previstos para as sessões e para a final recebem acréscimo de 50%.



O regulamento também estabelece lastro por vitória. Antes da Copa de Oro, o primeiro triunfo acrescenta 25 kg, a segunda vitória aumenta o lastro em mais 10 kg e a terceira acrescenta mais 5 kg. Na fase decisiva, os vencedores mantêm a regra específica de lastro da Copa, com limite total de 40 kg.



As 12 etapas realizadas

1º - 15/02 - El Calafate - Nicolás Moscardini
2º - 08/03 - Viedma - Julián Santero
3º - 29/03 - Neuquén - Agustín Canapino
4º - 19/04 - Concepción del Uruguay - Santiago Mangoni
5º - 10/05 - Termas de Río Hondo - Mariano Werner
6º - 31/05 - Alta Gracia - Facundo Chapur
7º - 21/06 - Rafaela - Valentín Aguirre
8º - 12/07 - Posadas - Otto Fritzler
9º - 02/08 - San Juan Villicum - Tobías Martínez
10º - 23/08 - Paraná - Juan Martín Trucco
11º - 13/09 - San Luis - Mariano Werner
12º - 04/10 - San Nicolás - Ignacio Faín


A temporada começou com um episódio importante em El Calafate. Julián Santero havia cruzado a linha de chegada na frente, mas foi excluído, e Nicolás Moscardini herdou a vitória. Na etapa seguinte, em Viedma, Santero respondeu com o primeiro triunfo da BMW na categoria.



Agustín Canapino venceu em Neuquén, enquanto Santiago Mangoni levou a Chevrolet à vitória em Concepción del Uruguay. Mariano Werner venceu em Termas de Río Hondo e voltou ao topo em San Luis, já na Copa de Oro.



Facundo Chapur ganhou em Alta Gracia, Valentín Aguirre venceu em Rafaela, e Otto Fritzler conquistou a etapa de Posadas com o Mercedes-Benz. O Desafío de las Estrellas, em San Juan, teve Tobías Martínez como vencedor. Em Paraná, Juan Martín Trucco fechou a fase regular com uma vitória importante.





Na etapa de San Nicolás, Ignacio Faín conquistou sua primeira vitória no Turismo Carretera. O piloto do Torino superou a concorrência em uma prova que teve Julián Santero em terceiro e Facundo Chapur em segundo. O resultado fortaleceu a posição de Chapur na Copa de Oro e manteve a disputa aberta.



Campeonato geral após San Nicolás

1º - Otto Fritzler - Mercedes-Benz - 332
2º - Jonatan Castellano - Dodge - 319
3º - Agustín Canapino - Chevrolet - 317
4º - Ignacio Faín - Torino - 296,5
5º - Mariano Werner - Ford - 293,5
6º - Christian Ledesma - Chevrolet - 286
7º - José Manuel Urcera - Mercedes-Benz - 281
8º - Facundo Chapur - Torino - 276,5
9º - Marcos Landa - Chevrolet - 269,5
10º - Matías Rossi - Toyota - 268,5


A classificação geral evidencia o equilíbrio da temporada. Fritzler tem 13 pontos de vantagem sobre Castellano e 15 sobre Canapino. Faín e Werner também permanecem em posições importantes, enquanto Chapur combina a oitava posição geral com a liderança da Copa de Oro.



A Copa de Oro Río Uruguay Seguros

A fase decisiva é formada pelos cinco últimos eventos do campeonato. Após a décima etapa, os 12 primeiros pilotos elegíveis garantiram vaga na Copa de Oro. Três pilotos adicionais são incorporados após a 14ª etapa, conforme o critério de “último minuto”.



O líder da etapa regular recebe 15 pontos de bonificação, e os pilotos classificados que venceram durante a fase inicial recebem oito pontos por vitória. O campeão argentino será o piloto que somar mais pontos na Copa de Oro, desde que tenha conquistado ao menos uma vitória em final durante a temporada.



Após San Nicolás, a classificação da Copa era a seguinte:

1º - Facundo Chapur - Torino - 82,5
2º - Julián Santero* - BMW - 81
3º - Otto Fritzler - Mercedes-Benz - 78
4º - Luis José Di Palma* - Toyota - 69,5
5º - Agustín Canapino - Chevrolet - 64
6º - Mariano Werner - Ford - 59
7º - Ignacio Faín - Torino - 59
8º - Jonatan Castellano - Dodge - 58,5
9º - Marco Dianda* - Dodge - 55,5
10º - Christian Ledesma - Chevrolet - 44


*Pilotos que, após San Nicolás, ocupavam posições de “último minuto” na classificação provisória.


Chapur assumiu a liderança após terminar em segundo lugar em San Nicolás, enquanto Werner perdeu posições ao abandonar quando ocupava a sétima colocação. Santero, por sua vez, voltou a aparecer como um dos principais candidatos ao título, mesmo tendo ingressado na disputa decisiva pelo critério de último minuto.



As três etapas finais

13ª etapa — Rosario, 25 de outubro

O Autódromo Juan Manuel Fangio recebe a próxima prova. A etapa será importante para Chapur defender a liderança da Copa e para Fritzler, Santero e Canapino reduzirem a diferença.



14ª etapa — Río Cuarto, 15 de novembro

O Autódromo Parque Ciudad de Río Cuarto recebe a penúltima etapa. Além dos pontos da corrida, a prova definirá os três pilotos de último minuto que entrarão na disputa final do título.



15ª etapa — La Plata, 6 de dezembro

O Autódromo Roberto José Mouras será o palco da decisão. A final concede 50% mais pontos, e o vencedor da Copa de Oro recebe a bonificação adicional de 200 pontos no fechamento do campeonato argentino.