domingo, 30 de agosto de 2026

Prova de recuperação e estratégia marca a 4ª Etapa do Gaúcho de Endurance no Velopark


Sob forte instabilidade climática, a corrida de duas horas de duração teve neutralizações constantes e definição de liderança no trecho final após oscilações na pista.


As fotos são de Fábio Leal




Jindra Kraucher venceu em condições difíceis de pista no Velopark




A 4ª etapa do Campeonato Gaúcho de Endurance, realizada no Autódromo Fueltech Velopark traçado de de 2.278 km de extensão, ocorreu sob condições climáticas adversas. Com chuva constante e acúmulo de água no asfalto, a direção de prova optou por iniciar a disputa de duas horas de duração com o procedimento de largada atrás do safety car para garantir a segurança dos 17 competidores que alinharam no grid.






O Vettore de Santos e Vacari (categoria GT4)






AJR da trinca Baldo / Loftsgard / Vacari (categoria P1)









Após cerca de 15 minutos de comboio neutralizado, a bandeira verde foi acionada para dar início ao ritmo de competição.



Primeiros incidentes e punição

Logo após a relargada, o protótipo Sigma #111, conduzido por Emílio Padron e Fernando Ohashi, rodou no final da reta principal, ficando parado em uma posição de risco. Embora tenha retornado, o carro posteriormente acabou atolando de forma definitiva na caixa de brita na reta oposta, encerrando sua participação com 27 voltas completadas. Outro competidor que enfrentou problemas recorrentes de aderência foi o Linea #15 (Gonçalo/Leandro Scherer/Filipe da Cassa), que rodou e exigiu o acionamento do safety car em mais de uma oportunidade.


Um dos momentos marcantes da prova envolveu o MRX #7 da equipe de Aldoir Sette, Guga Ghizo e Walter Cordeiro Netto. Após rodar na reta e danificar a asa traseira, o piloto Aldoir Sette pulou o muro dos boxes para auxiliar fisicamente no resgate e empurrar o protótipo de volta à pista. A atitude, embora tenha recolocado o carro em movimento, gerou uma penalização automática de 20 segundos para a equipe por infringir a regra que proíbe auxílio externo deliberado na pista.










Sigma de Padron / Ohashi (categoria P1)














Ritmo de corrida e esforço solo

Durante as janelas de reabastecimento e troca de pilotos, que exigiam paradas obrigatórias de no mínimo 5 minutos, as equipes alternaram estratégias. O trio do AJR #46 (Igor Vacari, C. Loftsgard e Adriano Baldo) estabeleceu um ritmo muito forte, registrando a melhor volta absoluta da prova com o tempo de 1:02.573.


Por outro lado, o veterano Jindra Kraucher realizou uma prova de resistência ao conduzir o Sigma #12 de forma totalmente solo durante as duas horas de corrida sob chuva, sem revezamento de pilotos.




BMW de Gustavo Selig (categoria GT2)






Onix de Sukata / Benassi (categoria GT)





Protótipo Madon de Domingues / Costa (categoria P4)






Protótipo MC50 da categoria P2









Protótipo MRX da trinca Sette / Ghizo / Netto (categoria P2 / P3)




O Sprint de três minutos e a definição

A menos de 10 minutos do fim da prova, o MRX #7 rodou novamente na reta principal e parou em posição perigosa, provocando uma última neutralização pelo safety car.


A liberação da pista ocorreu quando faltavam apenas 3 minutos para o esgotamento do tempo regulamentar. Na relargada, Adriano Baldo (AJR #46) defendia a liderança sob forte aproximação do Sigma #12 de Jindra Kraucher. Sob pressão, Baldo perdeu a aderência na frenagem do gancho de esquerda, saindo da pista momentaneamente. Kraucher aproveitou o erro de forma cirúrgica, assumiu a primeira colocação e garantiu a vitória geral e da categoria P1 ao completar 85 voltas.



Cruze Stock Car de Schallenberger / Pinto (categoria GT1)






Onix de Goulart / Carboni / Sena Jr (categoria GT)






Corsa de Braz / Krause (categoria GT)



















Classificação geral

1º - #12 - Jindra Kraucher - Sigma - P1
2º - #46 - A. Baldo / C. Loftsgard / I. Vacari - AJR - P1
3º - #75 - Henrique Assunção / Cassiano Trein - AJR - P1
4º - #71 - Ian Ely / Ilo Diehl - MCR - P2
5º - #33 - Gustavo Selig - BMW 33 - GT2
6º - #944 - Ariel Schallenberger / Fabiano Pinto - Cruze - GT1
7º - #88 - Emer Klering / Guto Mandelli - Linea - GT2
8º - #50 - Tiel Andrade / Junior Moreira - MC50 - P2
9º - #89 - Gaga Goulart / A. Carboni / Sena Jr - Onix - GT
10º - #7 - A. Sette / Guga Ghizo / W. Cordeiro Netto - MRX - P2/P3
11º - #97 - Rodrigo Sukata / Fabio Benassi - Onix - GT
12º - #95 - William Braz / Cleiton Krause - Corsa - GT
13º - #1 - Rodrigo M. Santos / Igor Vacari - Vettore - P4
14º - #23 - Mauricio Domingues / Rafael Costa - Madon - P4
15º - #15 - Gonçalo / Leandro Scherer / Filipe da Cassa - Linea - GT2
16º - #111 - Emilio Padron / Fernando Ohashi - Sigma - P1
17º - #123 - M. Vianna / A. Schallenberger - Sigma - P1



Resultados finais por categoria

Categoria P1
#12 Jindra Kraucher (Sigma) — 85 Voltas (2:00:11.753)
#46 A. Baldo / C. Loftsgard / I. Vacari (AJR) — 85 Voltas (2:00:38.862)
#75 Henrique Assunção / Cassiano Trein (AJR) — 83 Voltas (2:00:49.064)
#111 Emilio Padron / Fernando Ohashi (Sigma) — 27 Voltas (52:40.949)
#123 M. Vianna / A. Schallenberger (Sigma) — 16 Voltas (24:41.281)


Categoria P2
#71 Ian Ely / Ilo Diehl (MCR) — 82 Voltas (2:00:25.827)
#50 Tiel Andrade / Junior Moreira (MC50) — 78 Voltas (2:01:44.748)
#7 A. Sette / Guga Ghizo / W. Cordeiro Netti (MRX) — 75 Voltas (2:01:29.179)


Categoria P3
#7 A. Sette / Guga Ghizo / W. Cordeiro Netti (MRX) — 75 Voltas (2:13:28.179)


Categoria P4
#1 Rodrigo M. Santos / Igor Vacari (Vettore) — 72 Voltas (2:01:21.129)
#23 Mauricio Domingues / Rafael Costa (Madon) — 69 Voltas (2:01:29.201)


Categoria GT
#89 Gaga Goulart / A. Carboni / Sena Jr (Onix) — 76 Voltas (2:00:17.033)
#97 Rodrigo Sukata / Fabio Benassi (Onix) — 74 Voltas (2:01:24.178)
#95 William Braz / Cleiton Krause (Corsa) — 73 Voltas (2:01:18.068)


Categoria GT1
#944 Ariel Schallenberger / Fabiano Pinto (Cruze) — 79 Voltas (2:00:56.952)


Categoria GT2
#33 Gustavo Selig (BMW 33) — 81 Voltas (2:00:58.771)
#88 Emer Klering / Guto Mandelli (Linea) — 78 Voltas (2:01:24.182)
#15 Gonçalo / Leandro Scherer / Filipe da Cassa (Linea) — 60 Voltas (2:00:49.500)


sábado, 29 de agosto de 2026

Michael Knibbs vence em Snetterton no Britcar Endurance Championship


Piloto da Safesite / Hills Motorsport levou a melhor em uma corrida disputada sob chuva e pista molhada; Simon Clark e Billy Caley completaram o pódio geral




Michael Knibbs (que faz dupla com Adan Hills) fez um excelente final de prova e seguiu para a vitória




A 6ª etapa do Britcar Endurance Championship 2026, disputada neste sábado no circuito de Snetterton, em Norfolk, na Inglaterra, terminou com a vitória de Michael Knibbs, pilotando o Ginetta G55 Supercup #82 da Safesite / Hills Motorsport.


A prova foi marcada pelas condições adversas. A chuva esteve presente e a pista aparecia como molhada nos momentos finais da corrida, aumentando o desafio para os pilotos e tornando a regularidade um fator fundamental na disputa.


Knibbs completou 37 voltas e recebeu a bandeirada na primeira posição. A vitória, no entanto, não foi fácil: Simon Clark, com o McLaren 570S #23 da FormEvo Racing, terminou em segundo lugar, apenas 8s215 atrás do vencedor.


O terceiro lugar geral ficou com Billy Caley, ao volante do Porsche 991.2 Cup #80 da UBER GT Performance. Caley cruzou a linha de chegada 22s860 atrás de Knibbs e ainda conquistou a vitória na categoria Challenge, de acordo com a classificação exibida ao final da transmissão.




A dupla Cunningham conquistou a pole position mas não foi tão bem na prova





Greg Saunders com Seat Cupra sofreu com problemas e não completou a prova






A dupla Henry Swanson / Olly Allen teve problemas no início da prova e fizeram um ótimo trabalho de recuperação com o Volkswagen Golf

















O KTM XBow GT4 Evo de Matty Taylor participou de todos os treinos mas não largou com problemas mecânicos












Pódio geral

1º – #82 Michael Knibbs - Safesite / Hills Motorsport – Ginetta G55 Supercup - 37 voltas

2º – #23 Simon Clark - FormEvo Racing – McLaren 570S - +8s215

3º – #80 Billy Caley - UBER GT Performance – Porsche 991.2 Cup - +22s860


O BMW M3 E46 #721, pilotado por Christopher Murphy, terminou na quarta colocação geral. Murphy foi um dos destaques da prova e completou as 37 voltas, embora já estivesse a mais de um minuto do vencedor.



Destaque para a disputa entre as categorias

Além da classificação geral, a corrida teve importantes disputas internas entre as diferentes classes do Britcar.


Na Challenge, Billy Caley levou o Porsche #80 à vitória da categoria, terminando também no pódio geral. Mark Cunningham, com outro Porsche 991.2 Cup, o carro #32 da SG Racing, terminou em segundo na classe e quinto na classificação geral.


Na categoria Trophy, Carl Garnett, com o Ginetta G56 GTA #297 da Project 29:7 Racing, apareceu como o vencedor da classe na classificação apresentada após a bandeirada.


Entre os carros da GT, Michael Knibbs foi o grande vencedor com o Ginetta #82. Simon Clark terminou logo atrás com o McLaren #23, enquanto Christopher Murphy foi o terceiro colocado da categoria com o BMW #721.



Classificação geral:

1º - #82 - Michael Knibbs / Aidan Hills - Safesite / Hills Motorsport - Ginetta G55 Supercup - 37 voltas
2º - #23 - Simon Clark - FormEvo Racing - McLaren 570S - 37 voltas
3º - #80 - Billy Caley / James Caley - UBER GT Performance - Porsche 991.2 Cup - 37 voltas
4º - #721 - Christopher Murphy - Woodrow Motorsport - BMW M3 E46 - 37 voltas
5º - #32 - Mark Cunningham / Peter Cunningham - SG Racing - Porsche 991.2 Cup - 37 voltas
6º - #78 - Colin White - CWS Motorsport - Ginetta G55 Supercup - 36 voltas
7º - #36 - Sam Smith / Richard Amos - Project 29:7 Racing - Ginetta GT3 Supercup - 36 voltas
8º - #297 - Carl Garnett / Jonathan Moore - Project 29:7 Racing - Ginetta G56 GTA - 36 voltas
9º - #114 - Jamie Hayes / Christopher Hayes - EST Performance - Porsche 991.1 - 36 voltas
10º - #17 - Will Ashmore / Jonathan Candler / Joshua Gilding - Army Sport Car Racing - Ginetta Supercup - 36 voltas
11º - #888 - Andrew Dawber / Nathan Wright - Constructive X UBIQ - BMW M4 GT4 Evo - 36 voltas
12º - #47 - Marco Anastasi / Maurizio Sciglio - Datum Motorsport - Ginetta G55 Hybrid - 36 voltas
13º - #20 - Nick Hull / Richard Avery - Full Throttle Motorsport - Porsche 991.2 Cup - 35 voltas
14º - #22 - Archie Buttle - Vortice Motorsport - Ginetta G56 GTA - 35 voltas
15º - #60 - Ashley Woodman - EDF Motorsport - Ligier JS2R - 34 voltas
16º - #67 - Julian McBride - Geoff Steel Racing - BMW M3 - 34 voltas
17º - #175 - Henry Swanson / Olly Allen - Race Cars Experiences - Volkswagen Golf - 33 voltas
18º - #10 - Peter Moulsdale - Geoff Steel Racing - BMW M2 - 8 voltas




High Speed TV

Os fãs do automobilismo acompanham o Britcar Endurance Championship com transmissão exclusiva em língua portuguesa no canal High Speed TV, levando todas as emoções do campeonato britânico de endurance ao público brasileiro.


domingo, 23 de agosto de 2026

Jeff Gordon domina as ruas de Washington na prova especial da IROC


Oito lendas do automobilismo mundial aceleram a 150 mph, revivendo o prestígio da International Race of Champions (IROC) em um grid que reuniu sete gerações de máquinas clássicas sob a sombra do Capitólio.




Jeff Gordon foi o grande destaque da IROC em Washington




Assistir ao ronco de motores V8 ecoando entre os monumentos de Washington D.C. não é apenas um evento esportivo; é uma ode à história da velocidade. O circuito temporário de 1,7 milha, desenhado no coração político dos Estados Unidos, serviu como o palco perfeito para o renascimento da IROC (International Race of Champions). O conceito, imutável desde 1973, busca responder à pergunta definitiva: "quem é o melhor piloto?". Sob o comando de Ray Evernham e do lendário Jay Signori — o mestre que ensinou a Evernham os segredos da preparação técnica —, máquinas icônicas como os Pontiac Firebirds e Chevrolet Camaros foram alinhadas. Para os entusiastas, um detalhe visual revelava a origem dos competidores: carros com bicos de cor sólida representavam os astros da NASCAR, enquanto os bicos bicolores identificavam os especialistas de Indy e Sports Cars. A atmosfera era de pura nostalgia quando o lendário Al Unser Jr. liderou o pelotão com o carro reserva "Stars and Stripes", preparando o terreno para uma batalha épica.





Corrida 1: a escalada de Jeff Gordon

A primeira bateria de 10 voltas testou a resiliência dos veteranos em um asfalto ondulado e implacável. Bobby Labonte largou na pole, mas foi Bill Elliott, aos 70 anos, quem saltou para a liderança. Elliott, mestre dos ovais, admitiu honestamente que circuitos de rua "não eram sua praia", mas sua performance inicial provou o contrário. O traçado estreito logo cobrou seu preço: Helio Castroneves e Tommy Kendall protagonizaram um duelo físico, com toques que amassaram as carenagens e elevaram a tensão. Tony Kanaan, por sua vez, lutava contra freios superaquecidos que o forçaram a uma saída na área de escape.


Contudo, Jeff Gordon foi o protagonista absoluto. Partindo da sétima posição (última fila) em seu Pontiac Firebird 1996 prateado — o mesmo carro com que venceu em Daytona em 1998 —, Gordon deu uma aula de pilotagem. Enquanto realizava comentários ao vivo de dentro do cockpit para a Fox Sports, Gordon descrevia os desafios técnicos de domar os pulos de roda nas zonas de frenagem e a precisão necessária nos downshifts para não desequilibrar a máquina nos calombos das ruas. Com ultrapassagens cirúrgicas sobre Elliott e Castroneves, Gordon selou a vitória na primeira prova.


Pódio - Corrida 1:
1º - Jeff Gordon (NASCAR)
2º - Kurt Busch (NASCAR)
3º - Helio Castroneves (Indy/Sports Car)



Bastidores: o resgate da bandeira americana

A resiliência técnica da equipe IROC foi testada no intervalo das provas. Rusty Wallace, um dos nomes mais celebrados da tarde, enfrentou um problema crítico: os parafusos da tampa de válvula de seu motor se quebraram, gerando um vazamento de óleo que ameaçava sua participação. Sem tempo para reparos complexos, a organização acionou o carro reserva "Stars and Stripes". Originalmente destinado a exibições e pilotado por Al Unser Jr. como pace car, o veículo decorado com as estrelas e listras da bandeira americana tornou-se a montaria de Wallace. O impacto visual de ver o carro patriótico cortando a Pennsylvania Avenue sob o sol de Washington tornou-se a imagem definitiva do Freedom 250 Grand Prix.






































Corrida 2: o domínio do campeão e o caos do grid invertido

Com o grid invertido para a segunda bateria, a emoção foi garantida. Tony Kanaan, buscando redenção após os problemas de freio da primeira prova, assumiu a pole e liderou com autoridade inicial. No entanto, Jeff Gordon e Kurt Busch, partindo do fundo do pelotão, iniciaram uma caçada implacável. Busch relatava que os freios já estavam ficando baixos, mas o desejo de vencer lendas que ele assistia na infância o mantinha agressivo.


O momento decisivo ocorreu quando Helio Castroneves, pressionado no pelotão de frente, entrou “quente demais" em uma curva e rodou. Gordon, que vinha logo atrás, suspeitou que o resíduo de óleo do incidente anterior de Rusty pudesse ter contribuído para a falta de aderência do brasileiro. Com o caminho livre, Gordon superou Kanaan para assumir a liderança e rumar para o triunfo do final de semana. No meio do pelotão, a competitividade não esmoreceu: Labonte, Kendall e o veterano Elliott travaram uma batalha ferrenha por posições intermediárias, tratando a exibição com a seriedade de uma disputa de campeonato.






Resultados das provas


Corrida 1

1º - Jeff Gordon
2º - Kurt Busch
3º - Helio Castroneves
4º - Bill Elliott
5º - Rusty Wallace
6º - Bobby Labonte
7º - Tommy Kendall
8º - Tony Kanaan


Corrida 2

1º - Jeff Gordon
2º - Kurt Busch
3º - Tony Kanaan
4º - Bobby Labonte
5º - Tommy Kendall
6º - Bill Elliott
7º - Rusty Wallace
8º - Helio Castroneves






Celebração e legado

Ao cruzar a linha de chegada pela segunda vez, Jeff Gordon não apenas garantiu o troféu geral, mas deixou uma marca— literalmente — no asfalto da capital. Seus burnouts de comemoração encheram a linha de chegada de fumaça, arrancando aplausos da multidão presente no National Mall. Pela melhor média de resultados, Gordon foi premiado com o troféu de campeão e um exclusivo relógio comemorativo.






"Correr aqui, na Pennsylvania Avenue, com meus heróis e lendas é algo que eu nunca imaginei", declarou um emocionado Jeff Gordon. Kurt Busch, radiante, comparou-se a um "garoto em uma loja de doces", enquanto Tony Kanaan ressaltou a honra de dividir a pista com pilotos que ele admirava desde o início de sua carreira. O Freedom 250 Grand Prix provou que o renascimento da IROC é mais do que um exercício de nostalgia; é a reafirmação de que o talento puro desses gigantes, agora na casa dos 70 anos em alguns casos, continua a ser um grande espetáculo.