segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

A história da Copa Corsa - quinta e última parte - Copa Corsa Metrocar (DTM Turismo) - Temporada de 2002



Depois de cinco temporadas da Copa Corsa Metrocar, o ano de 2002 seria o derradeiro de uma categoria monomarca que fez história no automobilismo nacional. O Corsa de primeira geração já não era mais fabricado pela Chevrolet. A DTM Courier Picape, a outra categoria abaixo do “guarda-chuva” da Divisão de Turismo Metrocar, passava a fazer muito sucesso e vários pilotos da Corsa passaram a correr por lá. Esses foram alguns dos pontos preponderantes para o fim da categoria.







Para 2002, a categoria passaria a ser nomeada como "DTM Turismo". Para além da alteração da identidade, não houve mudanças significativas tanto tecnicamente quanto no âmbito desportivo: a divisão de categorias entre A e B permanecia, o pacote de equipamento disponível aos pilotos era o mesmo da temporada anterior. A maior mudança nos carros foi no visual, com a adoção de um novo aerofólio traseiro. A peça de tamanho grande trouxe para os Corsas de corrida um aspecto mais esportivo.



1ª Etapa – Interlagos (SP) – 5 de maio de 2002


A temporada de 2002 começou apenas no mês de maio, com vitórias de João Naufal Neto na categoria A e Fulvio Oliveira na B. Destaque para a estreia no automobilismo de Dudu Massa, irmão de Felipe Massa. O jovem de dezesseis anos sofreu um acidente e ficou de fora da etapa.




João Naufal faturou a primeira no ano





Eduardo "Dudu" Massa, o irmão mais novo de Felipe Massa, estreou no automobilismo na DTM Turismo



Resultado final:


1º - João Naufal Neto - 19 voltas em 41min14s980 - média de 119,086 km/h – categoria A
2º - Vicente Costa - categoria A
3º - Luiz Checchia Filho – categoria A
4º - Rodrigo Ferreira – categora A
5º - Fulvio Oliveira – categoria B
6º - Luciano Kubrusly – categoria A
7º - Rolf Gemperli – categoria B
8º - Wallace Chamon – categoria A
9º - Giovane Machado – categoria B
10º - José Guilherme Figueiroa - categoria B


Classificação do campeonato até o momento:


Categoria A:


1º - João Naufal Neto - 20 pontos
2º - Vicente Costa – 15 pontos
3º - Luiz Checchia Filho – 12 pontos
4º - Rodrigo Ferreira – 10 pontos
5º - Luciano Kubrusly – 8 pontos
6º - Wallace Chamon – 6 pontos
7º - Sérgio Nachreiner – 4 pontos
8º - Arnaldo Canero, 3 pontos


Categoria B:


1º - Fulvio Oliveira, 20
2º - Rolf Gemperli, 15
3º - Giovane Machado, 12
4 - José Guilherme Figueiroa – 10 pontos
5º - Antonio Perez – 8 pontos
6º - Alexandre de Souza – 6 pontos
7º - Allan Bauer - 4 pontos
8º - Claudio Neri - 3 pontos



2ª Etapa – Interlagos (SP) – 26 de maio de 2002


Em duas etapas, dois vencedores diferentes na categoria A. Esse era o panorama da segunda etapa, cujo vencedor na categoria A foi Vicente Costa. Já na categoria B, Fulvio Oliveira terminou a etapa em uma excelente segunda colocação na classificação geral e conquistou mais uma vitória na categoria B.


No campeonato de pilotos, Vicente Costa abriu vantagem na liderança com 35 pontos, deixando Luiz Chechia em segundo com 24 pontos conquistados. Na categoria B, Fulvio Oliveira reinava absoluto na liderança, com 40 pontos. O segundo colocado, Allan Bauer, tinha neste momento apenas 16 pontos.




Vicente Costa venceu e assumiu a ponta da tabela na categoria A



Resultado final:


1º - Vicente Costa - 18 voltas em 39min29s435 - média de 117,844 km/h - Categoria A
2º - Fulvio Oliveira - Categoria B
3º - José Vitte -Categoria A
4º - Luiz Checchia Filho - Categoria A
5º - João Naufal Neto - Categoria A
6º - Roberto Souza - Categoria A
7º - Rodrigo Ferreira - Categoria A
8º - Luciano Kubrusly - Categoria A
9º - Patrizio Brescacin - Categoria B
10º - Allan Bauer - Categoria B


Classificação do campeonato até o momento:


Categoria A:


1º - Vicente Costa - 35 pontos
2º - Luiz Checchia Filho - 24 pontos
3º - João Naufal Neto - 20 pontos
4º - Rodrigo Ferreira - 16 pontos
5º - José Vitte - 15 pontos
6º - Arnaldo Canero - 13 pontos
7º - Luciano Kubrusly - 12 pontos
8º - Wallace Chamon / Roberto Souza - 8 pontos
10º - Sérgio Nachreiner - 7 pontos


Categoria B:


1º - Fulvio Oliveira - 40 pontos
2º - Allan Bauer - 16 pontos
3º - Rolf Gemperli / Patrizio Brescacin - 15 pontos
5º - Giovane Machado - 12 pontos
6º - Antonio Perez - 11 pontos
7º - José Guilherme Figueiroa / Alexandre de Souza / Eduardo Massa - 10 pontos
10º - Rodrigo Amaral - 8 pontos



3ª Etapa – Interlagos (SP) – 16 de junho de 2002


Na terceira etapa do campeonato, uma surpresa nos treinos classificatórios: os dois primeiros colocados do grid foram pilotos da categoria B. Fulvio Oliveira conquistou a pole position com o tempo de 2min03s449, seguido de Rolf Gemperli, que marcou o tempo de 2min03s542. Os primeiros pilotos da categoria A só apareceram a partir da terceira colocação: Vicente Costa virou em 2min03s642 e Rodrigo Ferreira, em 2min03s699.


Na corrida, que começou com tempo encoberto e teve sol em seu terço final, o domínio foi de José Vitte, que venceu na classificação geral e na categoria A. Vitte foi comboiado pelo líder do campeonato Vicente Costa. Na categoria B, a vitória ficou com Fulvio Oliveira, que ampliou ainda mais sua pontuação no campeonato de pilotos. A melhor volta da corrida foi conquistada na décima quinta volta da prova por Rodrigo Ferreira, o terceiro colocado na classificação geral, com o tempo de 2min04s021 e média de 125,079 km/h.


Resultado final:


1º - José Vitte - 18 voltas em 40min24s897 - média de 115,148 km/h - Categoria A
2º - Vicente Costa - Categoria A
3º - Rodrigo Ferreira - Categoria A
4º - Wallace Chamon - Categoria A
5º - Fulvio Oliveira - Categoria B
6º - Paulo Rovella - Categoria A
7º - Keko Ferraz - Categoria B
8º - Arnaldo Canero - Categoria A
9º - Allan Bauer - Categoria B
10º - Rolf Gemperli - Categoria B


Classificação do campeonato até o momento


Categoria A:


1º - Vicente Costa - 50 pontos
2º - José Vitte - 35 pontos
3º - Rodrigo Ferreira - 28 pontos
4º - Luiz Checchia Filho - 24 pontos
5º - João Naufal Neto - 20 pontos
6º - Arnaldo Canero - 19 pontos
7º - Wallace Chamon - 18 pontos
8º - Luciano Kubrusly - 14 pontos
9º - Roberto Souza / Sérgio Nachreiner - 11 pontos


Categoria B:


1º - Fulvio Oliveira - 60 pontos
2º - Allan Bauer - 28 pontos
3º - Rolf Gemperli - 25 pontos
4º - Keko Ferraz - 21 pontos
5º - Giovane Machado - 20 pontos
6º - Patrizio Brescacin - 18 pontos
7º - Alexandre de Souza - 16 pontos
8º - José Guilherme Figueiroa - 14 pontos
9º - Eduardo Massa - 12 pontos
10º - Antonio Perez - 11 pontos



4ª Etapa – Interlagos (SP) – 30 de junho de 2002


A briga pela ponta na categoria A estava sensacional e cada vez mais restrita entre os pilotos Vicente Costa e José Vitte. Na quarta etapa do campeonato, realizada no final do mês de junho, foi a vez de Vicente Costa vencer, seu segundi triunfo na temporada até o momento. José Vitte foi o segundo e Rodrigo Ferreira o terceiro, todos da categoria A. O dr. Rolf Gemperli terminou a prova na quinta colocação na classificaçao geral e conquistou sua primeira vitória na temporada na categoria B. Com o resultado, Gemperli subiu para segundo na tabela de pontuação na sua categoria.




Vicente Costa - o vencedor da quarta etapa na categoria A - à frente de José Vitte - a briga pelo campeonato estava concentrada nos dois pilotos






Rolf Gemperli venceu na categoria B e assumiu a vice-liderança da categoria B



Resultado final:


1º - Vicente Costa - 19 voltas em 40min42s640 - média de 120,663 km/h - Categoria A
2º - Jose Vitte - Categoria A
3º - Rodrigo Ferreira - Categoria A
4º - Luis Checchia - Categoria A
5º - Rolf Gemperli - Categoria B
6º - Allan Bauer - Categoria B
7º - Roberto Souza - Categoria A
8º - Jose Figueiroa - Categoria B
9º - Fulvio Oliveira - Categoria B
10º - Mario Campos - Categoria B


Classificação do campeonato até o momento:


Categoria A:


1º - Vicente da Costa - 70 pontos
2º - José Vitte - 50 pontos
3º - Rodrigo Ferreira - 40 pontos
4º - Luiz Checchia Filho - 34 pontos
5º - João Naufal Neto - 20 pontos
6º - Arnaldo Canero / Roberto Souza - 19 pontos
8º - Wallace Chamon - 18 pontos
9º - Luciano Kubrusly - 14 pontos
10º - Sérgio Nachreiner - 11 pontos


Categoria B:


1º - Fulvio Oliveira, 70 pontos
2º - Rolf Gemperli, 45 pontos
3º - Allan Bauer, 43 pontos
4º - José G. Figueiroa, 26 pontos
5º - Keko Ferraz, 25 pontos
6º - Giovanni Machado, 20 pontos
7º - Patrizio Brescacin, 18 pontos
8º - Alexandre Souza, 16 pontos
9º - Eduardo Massa, 12 pontos
10º - Antônio Perez, 11 pontos



5ª Etapa – Interlagos (SP) – 28 de julho de 2002


Infelizmente não conseguimos em nossas pesquisas as informações sobre os resultados da quinta etapa da DTM Turismo 2002.



6ª Etapa – Interlagos (SP) – 18 de agosto de 2002


Na sexta etapa da temporada 2002 trouxe um vencedor inédito na categoria A: foi Rodrigo Ferreira, que foi seguido por Rolf Gemperli, que finalizou a prova na segunda colocação na classificação geral e venceu mais uma na categoria B.


Nos campeonatos de pilotos, Vicente Costa contabilizava 89 pontos e via o crescimento de Rodrigo Ferreira e José Vitte, que tinham 72 e 70 pontos respectivamente. Já na categoria B, a briga estava acirrada entre Fulvio Oliveira e Rolf Gemperli, que estavam empatados neste momento com 85 pontos.


Resultado final:


1º - Rodrigo Ferreira - 18 voltas em 39min24s651 - Categoria A
2º - Rolf Gemperli - Categoria B
3º - Paulo Rovella - Categoria A
4º - Fulvio Oliveira - Categoria B
5º - Sergio Nachreiner - Categoria A
6º - Luiz Checchia - Categoria A
7º - Wallace Chamon - Categoria A
8º - Roberto Souza - Categoria A
9º - Guilherme Figueiroa - Categoria B
10º - Patrizio Brescacin - Categoria B


Classificação do campeonato até o momento:


Categoria A:


1º - Vicente Costa, 89 pontos
2º - Rodrigo Ferreira, 72
3º - José Vitte, 70
4º - Luiz Chechia Filho, 48
5º - Wallace Chamon, 34
6º - Paulo Rovella, 33
7º - Roberto Souza, 31
8º - Sérgio Nachreiner, 23
9º - João Naufal Neto, 20
10º - Arnaldo Canero, 19


Categoria B:


1º - Fúlvio Oliveira / Rolf Gemperli - 85 pontos
3º - Allan Bauer / José G. Figueiroa - 53 pontos
5º - Alexandre Souza / Patrizio Brescacin 28 pontos
7º - Keko Ferraz - 25 pontos
8º - Giovanni Machado - 20 pontos
9º - Eduardo Massa - 18 pontos
10º - Mário Campos - 17 pontos



7ª Etapa – Interlagos (SP) – 8 de setembro de 2002


José Vitte pavimentava um sólido caminho em busca da briga pelo título da categoria A, ao vencer mais uma etapa no ano. Seu principal rival, Vicente Costa, finalizou a prova na segunda colocação. Rodrigo Ferreira, que também buscava a liderança do campeonato, finalizou a etapa em terceiro. Vicente Costa agora tinha 104 pontos, contra 90 pontos de Zé Vitte e 84 pontos de Rodrigo Ferreira. Na categoria B, a vitória foi de Allan Bauer. No campeonato da B, Fulvio Oliveira agora era o líder da tabela com 97 pontos conquistados, contra 91 pontos de Rolf Gemperli.



José Vitte venceu mais uma etapa na temporada, seguindo firme para a disputa do título na categoria A



Resultado final:


1º - Jose Vitte - 18 voltas em 39min02s849 - média de 119,181 km/h - Categoria A
2º - Vicente Costa - Categoria A
3º - Rodrigo Ferreira - Categoria A
4º - Allan Bauer - Categoria B
5º - Luiz Checchia - Categoria A
6º - Sergio Nachreiner - Categoria A
7º - Paulo Rovella - Categoria A
8º - Roberto Souza - Categoria A
9º - Haroldo Jr. - Categoria B
10º - Fulvio Oliveira - Categoria B


Classificação do campeonato até o momento:


Categoria A:


1º - Vicente da Costa - 104 pontos
2º - José Vitte - 90 pontos
3º - Rodrigo Ferreira - 84 pontos
4º - Luiz Checchia Filho - 58 pontos
5º - Paulo Rovella - 39 pontos
6º - Roberto Souza - 35 pontos
7º - Wallace Chamon - 34 pontos
8º - Sérgio Nachreiner - 31 pontos
9º - João Naufal Neto - 20 pontos
10º - Arnaldo Canero - 19 pontos


Categoria B:


1º - Fúlvio Oliveira - 97 pontos
2º - Rolf Gemperli - 91 pontos
3º - Allan Bauer - 73 pontos
4º - José G. Figueiroa - 53 pontos
5º - Alexandre Souza / Patrizio Brescacin / Eduardo Massa - 28 pontos
8º - Keko Ferraz - 25 pontos
9º - Haroldo Silva Filho - 23 pontos
10º - Mário Campos - 21 pontos



8ª Etapa – Interlagos (SP) – 22 de setembro de 2002


A oitava etapa da temporada de 2002 da DTM Turismo faria parte da programação da Fórmula Truck, como uma das provas preliminares. A vitória na categoria A ficou com Ricardo Serata e o vencedor da categoria B foi Allan Bauer, que finalizou a corrida na segunda colocação na classificação geral.


Resultado final: 


1º - Ricardo Serata - 15 voltas em 32min32s869 - Categoria A
2º - Allan Bauer - Categoria B
3º - Rodrigo Ferreira - Categoria A
4º - Luiz Chechia F. Categoria A
5º - Fulvio Oliveira - Categoria B
6º - Paulo Rovella - Categoria A



9ª Etapa – Interlagos (SP) – 20 de outubro de 2002


Mais uma reviravolta no campeonato de pilotos da categoria A: José Vitte venceu mais uma etapa no ano e agora era o líder da tabela, com 113 pontos. Vicente Costa seguia de perto, com 108 pontos conquistados. Allan Bauer venceu mais uma na categoria B e agora era o více líder no campeonato, com 113 pontos. Fulvio Oliveira era o líder com 127 pontos.



Mais um triunfo de José Vitte na temporada



Resultado


1º - Jose Vitte - 19 voltas em 40min45s158 - média de 120,538 km/h - Categoria A
2º - Allan Bauer - Categoria B
3º - Luiz Checchia - Categoria A
4º - Rodrigo Ferreira - Categoria A
5º - Paulo Rovella - Categoria A
6º - Fulvio Oliveira - Categoria B
7º - Haroldo Junior - Categoria B
8º - Arnaldo Canero - Categoria A
9º - Rolf Gemperli - Categoria B
10º - Mario Campos - Categoria B


Classificação do campeonato até o momento:


Categoria A:


1º - José Vitte - 113 pontos
2º - Vicente da Costa - 108 pontos
3º - Rodrigo Ferreira - 111 pontos
4º - Luiz Chechia Filho - 85 pontos
5º - Paulo Rovella - 59 pontos
6º - Wallace Chamon - 42 pontos
7º - Sérgio Nachreiner - 37 pontos
8º - Roberto Souza - 35 pontos
9º - Arnaldo Canero - 27 pontos
10º - João Naufal Neto / Ricardo Serata, 20 pontos


Categoria B:


1º - Fúlvio Oliveira - 127 pontos
2º - Allan Bauer - 113 pontos
3º - Rolf Gemperli - 105 pontos
4º - José G. Figueiroa - 53 pontos
5º - Haroldo Silva Filho - 47 pontos
6º - Patrizio Brescacin - 36 pontos
7º - Eduardo Massa - 32 pontos
8º - Mário Campos - 30 pontos
9º - Alexandre Souza - 28 pontos
10º - Keko Ferraz - 25 pontos



10ª Etapa – Interlagos (SP) – 10 de novembro de 2002


Fulvio Oliveira, da categoria B, teve a primazia de vencer uma prova na classificação geral da temporada 2002 da DTM Turismo. Um feito e tanto para o líder do campeonato da categoria B. Vicente Costa finalizou a prova na segunda colocaçao e faturou a etapa na categoria A. De quebra, ainda cravou a melhor volta da corrida na décima segunda passagem, com o tempo de 2min05s532 e média de 119,102 km/h.



Fulvio Oliveira e o seu feito inédito - um piloto da categoria B venceu na classificação geral, na décima etapa da temporada




Faltando uma etapa para o fim da temporada, a classificação do campeonato de pilotos estava demais. Na categoria A, José Vitte e Vicente Costa estavam empatados com 128 pontos. A briga na categoria B também estava aberta, com Fulvio Oliveira tendo conquistado 147 pontos contra 128 pontos de Allan Bauer.


Resultado final:


1º - Fulvio Oliveira - 19 voltas em 41min10s557 - média de 119,299 km/h - Categoria B
2º - Vicente Costa - Categoria A
3º - José Vitte - Categoria A
4º - Allan Bauer - Categoria B
5º - Wallace Chamon - Categoria A
6º - José Figueiroa - Categoria B
7º - Alexandre Souza - Categoria B
8º - Fabio Delamuta - Categoria B
9º - Cássio Homem de Mello - Categoria B
10º - Luiz Checchia Filho - Categoria A


Classificação do campeonato até o momento:


Categoria A:


1º - José Vitte / Vicente da Costa - 128 pontos
3º - Rodrigo Ferreira - 111 pontos
4º - Luiz Chechia Filho - 95 pontos
5º - Paulo Rovella - 59 pontos
6º - Wallace Chamon - 54 pontos
7º - Sérgio Nachreiner - 37 pontos
8º - Roberto Souza - 35 pontos
9º - Arnaldo Canero - 27 pontos
10º - João Naufal Neto / Ricardo Serata - 20 pontos


Categoria B:


1º - Fúlvio Oliveira - 147 pontos
2º - Allan Bauer - 128 pontos
3º - Rolf Gemperli - 105 pontos
4º - José G. Figueiroa - 65 pontos
5º - Haroldo Silva Filho - 47 pontos
6º - Alexandre Souza - 38 pontos
7º - Patrizio Brescacin - 36 pontos
8º - Eduardo Massa - 32 pontos
9º - Mário Campos - 30 pontos
10º - Keko Ferraz - 25 pontos



11ª Etapa – Interlagos (SP) – 8 de dezembro de 2002


Foi uma temporada de muita disputa e excelente nível entre os pilotos das categorias A e B da DTM Turismo. A briga na última etapa entre os postulantes ao título na categoria A, José Vitte e Vicente Costa, chegou no limite máximo, a ponto dos dois pilotos se tocaram na reta principal, já no final da prova. Vitte levou a pior na disputa, batendo forte no muro. Apesar da confusão e de ter ido para o ambulatório da pista para ser examinado por conta da pancada, José Vitte sagrou-se campeão de 2002 da DTM Turismo na categoria A. Na categoria B, apesar da vitória, Allan Bauer nao conseguiu tirar de de Fulvio Oliveira o título de 2002.


Esta foi a última etapa da principal categoria do Chevrolet Corsa, que começou sua história na metade da década de 90 e ajudou a formar muitos pilotos para as categorias de turismo nacionais, além de gerar excelente entretenimento para o público aficcionado pelo automobilismo.



José Vitte, o campeão da categoria A





Fulvio Oliveira, o campeão da categoria B




Resultado final:


Categoria A:


1º - Rodrigo Ferreira
2º - Paulo Rovella
3º - Arnaldo Canero


Categoria B:


1º - Allan Bauer
2º - Fúlvio Oliveira
3º - Rolf Gemperli


Classificação final do campeonato:


Categoria A:


1º - José Vitte - 128 pontos
2º - Vicente da Costa - 124 pontos
3º - Rodrigo Ferreira - 115 pontos
4º - Luiz Chechia Filho - 91 pontos
5º - Paulo Rovella - 74 pontos
6º - Wallace Chamon - 54 pontos
7º - Arnaldo Canero - 39 pontos
8º - Sérgio Nachreiner - 37 pontos
9º - Roberto Souza - 35 pontos
10º - João Naufal Neto / Ricardo Serata - 20 pontos


Categoria B:


1º - Fúlvio Oliveira - 140 pontos
2º - Allan Bauer - 134 pontos
3º - Rolf Gemperli - 111 pontos
4º - José G. Figueiroa - 63 pontos
5º - Haroldo Silva Filho - 47 pontos
6º - Alexandre Souza - 40 pontos
7º - Patrizio Brescacin - 36 pontos
8º - Eduardo Massa - 32 pontos
9º - Mário Campos - 30 pontos
10º - Keko Ferraz - 25 pontos



A continuidade do Corsa nas pistas de corrida


O Chevrolet Corsa continuou sendo utilizado largamente nas competições automobilísticas nacionais, e assim vem sendo até os dias de hoje.


Foi possível ver a participação do pequeno hatch em provas de longa duração, como as Mil Milhas e 500 Km de Interlagos, as provas de marcas e pilotos em diversos campeonatos regionais espalhados pelo país, além de provas de arrancada e rallys. A se destacar nos dias atuais a equipe Otto, de Otavio Carmacio, que prepara diversos Corsas de corrida, direcionados a provas de longa duração e também a categorias do campeonato paulista (como a Open Paulista, por exemplo), com a utilização de motorizações Chevrolet mais potentes.



500 KM de Interlagos 2019 - com motorização 2 litros






Um dos Corsas da equipe Oto, nos 500 Km de Interlagos de 2022





Mais um Corsa na edição de 2019 dos 500 KM de Interlagos, esse da categoria 1.6






500 KM de Interlagos de 2001, com a dupla Evaldo Telles e Paulo Silveira






500 KM de Interlagos, edição de 2002






Esse modelo, que disputou a temporada de 2001 da Copa Corsa Metrocar (pilotado por Paulo Salustiano) foi resgatado e hoje está em plena atividade






Mais um Corsa que disputou a Copa Metrocar, resgatado e em plena atividade nos dias atuais















Gold Turismo em Interlagos, temporada de 2022






Gold Turismo em Interlagos, temporada de 2022






Um Corsa liderando o pelotão na molhada edição de 2017 do GP Cidade de São Paulo em Interlagos






Corsa da trinca Evaldo Telles, André Haadad e Paulo Silveira, na edição de 2001 das Mil Milhas Brasileiras






Mais um Corsa nas Mil Milhas de 2001, esse da trinca Marcelo Duka, Paulo Rovella e Murilo Macedo Filho






Campeonato Paulista de Automobilismo de 2013






Campeonato Paulista de Automobilismo de 2014






Campeonato Paulista de Automobilismo em janeiro de 2019






500 KM de Interlagos de 2006, pilotado por Rafael Iserhard, José Fernando Silva Jr. e Eduardo Cimirro






quinta-feira, 17 de novembro de 2022

Aston Martin Vantage e DBX - os carros de serviço do Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 2022



Na edição deste ano do Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1, o safety car e o carro médico utilizados foram os da fabricante inglesa Aston Martin, que alterna com a Mercedes Benz os carros que prestam serviço para as provas da categoria máxima.



O safety car é o esportivo Aston Martin Vantage. O cupê está equipado e preparado para quaisquer intervenções necessárias nas provas de Fórmula 1. Por fora, é possível identificar diversas luzes de sinalização, bem como um aerofólio traseiro que dá ao cupê ainda mais o aspecto esportivo. Esta peça, em conjunto com assoalho e difusores instalados no fundo do carro e um spliter dianteiro, incrementaram o downforce do Vantage em até 60 quilos a mais em relação ao cupê vendido ao público.








No interior do cupê, foram instalados diversos equipamentos para permitir ao piloto e seu assistente acompanhar todos os acontecimentos da corrida, como telas, cronômetro e equipamento de comunicação direta com a direção de prova. Os elementos de segurança são de um carro de corridas: cintos de competição, bancos concha e santoantônio.



Para melhorar a estabilidade, as suspensões foram recalibradas. Já os freios, construídos com materiais nobres como carbono e cerâmica, são os mesmos do carro vendido nas lojas da marca inglesa, apenas com dutos de refrigeração maiores devido ao esforço empregado mas frenagens em pista.



Para andar rápido e acompanhar os Fórmula 1, o motor V8 de 4 litros, que originalmente é bi-turbinado e gera 510 cavalos de potência, foi retrabalhado para chegar aos 535 cavalos, com força de 69,8 Kgfm de torque.



Sem dúvidas uma belíssima máquina, que divide a primazia de ser um dos safety cars da Fórmula 1 ao lado do Mercedes Benz AMG GT.




Aston Martin DBX - o SUV medical car

Nos fins de semana de corrida em que o Aston Martin Vantage presta seus serviços como safety car, o SUV DBX assume o posto de carro médico. O sport utility da marca inglesa é equipado com toda a sorte de itens necessários para atendimentos de emergência: desfibriladores, kit de socorros, kit para atendimento de queimaduras, extintores de incêndio, além é claro de levar os médicos da categoria.










Para chegar rápido aos locais de atendimento e também acompanhar os Fórmula 1, já que o DBX larga junto com os carros da categoria, no final do grid, o SUV tem um V8 de 4 litros biturbo, que debita 550 cavalos de potência. O ronco do veoitão tanto do Vantage quanto do DBX em ação é música para os ouvidos!





terça-feira, 15 de novembro de 2022

Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 2022 e a experiência no Heineken Village


Ainda na ressaca da edição de 2022 do Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 em Interlagos, vou relatar aqui nesta matéria as minhas impressões do fim de semana da corrida no Brasil. Assistimos os treinos, corrida Sprint e a prova no domingo no novíssimo setor Heineken Village, que foi montado no gramado entre a curva do bico de pato, mergulho, junção e início da subida do café. As instalações ficavam literalmente no meio do traçado, que ainda permitia aos espectadores circularem pelo gramado e chegarem muito próximos do traçado, algo em torno de uns 20 metros.









Nas fotos aéreas dá para ter a dimensão do local e da visão do Heineken Village



A iniciativa da criação do setor Heineken Village foi inédita e a venda dos ingressos foram abertas com aproximadamente dois meses de antecedência e logo esgotaram. Aliás, por falar em ingressos, todos foram vendidos, em todos os setores, totalizando 240 mil pessoas nos três dias de atividades em Interlagos. Outro número impressionante foi a taxa de ocupação dos hotéis da cidade de São Paulo, o maior índice desde o início da pandemia.


Bem vamos então falar sobre a experiência e as impressões do setor Heineken Village. Começo pelos pontos positivos, e o primeiro é o próprio setor. Sua localização é muito privilegiada, com a possibilidade de proporcionar aos fãs a experiência da velocidade, o cheiro da gasolina queimada e dos pneus gastos e também as (verdadeiras) cores, que não são possíveis de perceber no vídeo. A entrada do setor era realizada por um túnel iluminado, que passava por cima do traçado. A estrutura do Heineken Village disponibilizou arquibancadas de madeira em praticamente todos os lados do espaço, mas também permitiu que os torcedores ficassem no vasto gramado ao redor do setor, o que deu um ar de "festival" para o local. A cena dos torcedores espalhados pelo gramado, com o traçado ao redor e os carros passando em alta velocidade foi muito especial de presenciar. A organização também colocou diversões telões, que ajudavam o público a acompanhar o desenrolar dos treinos e corridas.


No quesito alimentação, o torcedor tinha à disposição espetinhos de carne, frango e linguiça, batatas fritas, pastel, hot-dog, hamburguer, pipoca e sorvetes. Nas bebidas, era possível consumir água, sucos, refrigerante (coca-cola), cerveja Heineken zero álcool e chopp Heineken. Na estrutura, ainda tínhamos as tradicionais lojinhas de artigos temáticos, como camisetas, bonés, mochilas e outros. No entretenimento, o torcedor podia se divertir com uma tirolesa e um mini palco foi montado para que DJ´s tocassem música eletrônica por toda a programação do dia. Nos momentos de pausa nas atividades de pista, os torcedores podiam se aventurar em simuladores de corrida em um espaço exclusivo. Por fim, a estrutura disponibilizava espaços instagramáveis customizados para realização de fotos e vídeos, inclusive com os troféus da prova.


Mas nem tudo foram "flores" no fim de semana no Heineken Village. Vários percalços e problemas aconteceram durante os três dias de evento, e vamos listar aqui. Não estive presente na sexta-feira, mas o pessoal reportou que a entrada pela manhã foi tumultuada, com a efetiva liberação com mais de uma hora de atraso. Presenciamos mais problemas na fase da entrada: chegaram a proibir a entrada de cigarros (com vários cinzeiros espalhados no setor) e, pasmem, protetor solar (!), sendo que era um dos itens liberados pela organizador.


No sábado e no domingo, foi nítido que os serviços de bebida e comida foram sub-dimensionados, principalmente no espaço e pessoas para atendimento, com muitas filas. A organização colocou diversas pessoas com barris de chopp espalhadas pelo local, mas, com o calor que fez em todo o fim de semana, ainda assim não foi possível atender o público à pleno. No domingo, um problema com falta de energia fez com que o atendimento de bebidas e comidas fosse paralisado por um bom tempo. Os banheiros também foram afetados com falta de água. Por fim, a estrutura fornecia poucos espaços de sombra.


O saldo final, na minha avaliação, foi muito positivo. O espaço é incrível, a infra-estrutura - descontando os problemas citados anteriormente - oferecida foi muito boa e a esperança é de que o Heineken Village seja montado novamente para o Grande Prêmio do ano que vem. A cereja do bolo do fim de semana, que teve uma corrida Sprint no sábado e uma super movimentada e disputada prova no domingo, foi a permissão dos organizadores da "invasão" de pista pelos torcedores, tudo em um clima muito tranquilo e animado. E claro, o principal e mais importante de tudo: com a valiosa presença dos amigos.








Momento da invasão de pista com os amigos





Neste vídeo dá para ter a noção de como era possível chegar próximo à pista e aos carros







Pedaços de borracha de pneu de Fórmula 1






Aqui um compilado de todos os vídeos do fim de semana


sexta-feira, 4 de novembro de 2022

Os carros especias à venda na loja Old is Cool Motors



Dando uma "passeada" no showroom on-line da loja de carros Old is Cool Motors, encontrei alguns modelos que me chamaram a atenção - já tÍnhamos mostrado aqui no blog dois Fórmula Ford que ainda estão à venda por lá - e que trago aqui em detalhes.



Puma DKW recreation


Começamos com uma recriação de um Puma DKW de corridas, que foi pilotado na década de 60, por exemplo, pelos irmãos Fittipaldi - Emerson e Wilsinho.

O carro está equipado com a motorização dois tempos DKW, com três cilindros "girador". Todos os itens de competição como santoantônio, alívio de peso, banco, estão presentes nessa releitura. O toque interessante são os patrocínios presentes na carroceria de fibra - os mesmos da época em que o Puma DKW competia - e que foram pintados, e não adesivados, como era feito na década de 60.

A pedida para este Puma DKW é de R$ 130 mil.



























Karmann Ghia Dacon 1969 recreation


O Karmann Ghia Dacon 1969 de competição é mais uma recriação à venda na Old is Cool. Apesar da caracterização que remete aos carros de corrida da lendária equipe Dacon, o carro está preparado para andar nas ruas, inclusive emplacado. Os responsáveis pela Old is Cool contam que o Karmann Ghia estava equipado anteriormente com motorização VW AP refrigerada a água e que houve a troca para um motor boxer a ar oriundo de um Gol Bx.

O Karmann Ghia Dacon releitura ainda é equipado com bancos concha revestidos com material especial, diversos itens da carroceria em fibra de vidro, vidros laterais traseiros e traseiro em acrílico, volante da marca Momo e rodas traseiras em tala mais larga, como no modelo de competição que o inspirou.

A pedida para esse Karmann Ghia especial é de R$ 80 mil.































Lotus Elan 1973


Se o Lotus Elan à venda na Old is Cool Motors tivesse uma definição pelo ex-piloto e comentarista Edgard de Mello Filho, seria algo como "que bela barata!"


De fato, o carrinho parece ser apaixonante e seus detalhes provam isso. Primeiro, o esportivo pesa aproximadamente 700 quilos, tem baixo centro de gravidade e uma excelente relação peso-potência.


Os equipamentos especiais instalados nesse Lotus são importados, oriundos da preparadora Tony Thompson Race, especialistas na marca inglesa. O carro está equipado com santoantônio, cash tank, câmbio de 5 velocidades e seu acerto de suspensão foi realizado pela renomada oficina Suspentécnica. Resta imaginar o quão incrível deve ser o desempenho dessa "baratinha" em pista.


A pedida para o carrinho é de R$ 170 mil.









































Porsche 356 Envemo Super 90 1983


Ter um Porsche 356 original hoje é uma tarefa das mais difíceis, por dois motivos: a raridade em se encontrar um exemplar e o preço exorbitante, muito pelo primeiro motivo. A solucão para atender o desejo dos fãs do aclamado Porsche, então, foi a construção de réplicas. Diversos fabricantes passaram a produzir réplicas muito fiéis, como é o caso das empresas brasileiras Chamonix e Envemo.


Na loja Old Is Cool Motors existe justamente uma réplica de 356 fabricada pela Envemo à venda. O carro é o de numero 193 de um total de 202 unidades produzidas. O carro em questão passou por uma restauração completa, que passou por instalação de freios novos, dupla carburação em um motor - novo - refrigerado a ar. O carro tem pedigree das competições, tendo participado de provas de rally e pista.


A pedida para esta réplica de Porsche 356 é de R$ 299 mil.