Na década de 80, o mundo foi assombrado por uma doença misteriosa e mortal. A cura para esta doença era desconhecida. Ela levava a morte em pouco tempo, sem dar qualquer chance. Era a AIDS. Sem um tratamento eficaz e com pouco conhecimento sobre a doença, o terroe era generalizado. As pessoas tinham medo até do simples toque em uma pessoa com AIDS, com medo de ser infectado, uma amostra do clima de pavor da época, além da total desinformação das formas de contágio.
Os acometidos pela doença praticamente isolavam-se do mundo, por conta do preconceito, principalmente. Um dos poucos exemplos de pessoa que tenha assumido publicamente a doença foi o cantor brasileiro Cazuza.
E foi justamente nessa época que surgiu talvez o primeiro e único caso de AIDS no meio automobilístico que se tenha conhecimento, pelo menos no que tange aos pilotos. E este caso se passou nos Estados Unidos, com um competidor da Nascar, a stock car americana.
Tim Richmond nasceu em 7 de junho de 1955, no estado de Ohio. Começou a carreira nos Karts e logo passou para os monopostos. Correu na Fórmula Indy. Foi o Rookie of the Year nas 500 Milhas de Indianápolis em 1980, ou seja, o melhor estreante no ano na prova.
Richmond logo se transferiria para a Nascar, onde conheceria a glória (venceu 13 provas na categoria principal), mas também encontraria o seu destino derradeiro.
Tim Richmond era o expoente máximo do piloto bem sucedido na carreira, além de fazer muito sucesso com o público feminino, uma vez que era jovem e "boa pinta". Correu pela equipe de Richard Childress, uma das mais importantes da categoria, e teve em 1986 sua melhor temporada, terminando na terceira colocação entre os pilotos, com 4174 pontos 7 vitórias, ficando apenas atrás de Dale Earnhardt e Darrell Waltrip no campeonato.
A AIDS foi diagnosticada no auge da sua carreira, porém nunca houve divulgação para o público, imprensa e para a Nascar, até a sua morte. Tim começou a ter complicações com pneumonias a partir de 1986 e aos poucos a doença foi debilitando-o. Em 13 de agosto de 1989, com apenas 34 anos de idade, Tim Richmond precocemente falecia. Um piloto com grande potencial e um futuro campeão.
sábado, 5 de novembro de 2011
Made in USA
Os colegas Reginaldo e Tarcísio foram para os States de férias. E na terra do Tio Sam, encontraram uma loja ofcial da Nascar. De lá, estão trazendo para mim um boné do Kurt Busch (Dodge - equipe Penske) e para o Luiz Henrique um boné do Carl Edwards (Ford - equipe Roush Fenway). So good!!
Arquivos do celular - Hot na 23
Nada melhor do que ver um Hot Rod com seu borbulhante motor V8, em um fim de semana ensolarado. Esse aí estava "rolando" na 23 de Maio.
Os 10 aviões mais belos da história
Apresento a vocês a minha seleção dos 10 aviões mais belos e importantes da história:
Boeing 747 - a primeira vez que vi o "Jumbo" ao vivo, fiquei sem ar. Afinal, sempre admirei o mito por fotos e vídeos. O 747 mudou o conceito mundial de vôos intercontinentais no final da década de 60. Na foto, um dos modelos utilizados pela "Pioneira" Varig.
Lockheed L-188 Electra - o "rei da Ponte-Aérea" cumpriu com louvor seu papel no país, sem nenhum incidente mais grave. O turboélice marcou época numa fase em que voar era um acontecimento social. Tempos de catering sofisticado e uísque a bordo. Infelizmente, esse charme deu lugar à economia e rapidez dos novíssimos 737-300, em 1992.
Airbus A380 - um avião com capacidade para mais de 550 passageiros parecia algo impossível. Mas o consórcio europeu Airbus conseguiu a façanha com o A380, um avião ultramoderno e super seguro. O passageiros dispõem de dois dec´s e classes luxuosas para defrutar.
ATR-72 - sempre tive predileção pelos turboélices, principalmente os de asa alta. O italiano ATR é o principal avião para rotas regionais de médio alcance e aqui no Brasil é utilizado pela Azul Linhas Aéreas e pela Trip (Foto). Um avião elegante e funcional.
Bae 146 - Avro RJ 100 - mais uma aeronave regional, porém agora movida a jato. O Avro foi a primeira miniatura de avião que montei, presente dos amigos Reginaldo e Tarcísio. A Hawker Siddeley projetou uma aeronave em uma configuração pouco usual: quadri-turbina e asa alta. O resultado ficou visualmente agradável de se ver.
Sud-Aviation Caravelle SE 210 - o Caravelle talvez seja um dos mai charmosos aviões da história, com seu desenho arredondado da proa à deriva. No Brasil, foi utilizado pela Varig e pelas falecidas Panair e Cruzeiro.
Embraer ERJ 145 - evolução do turboélice Brasília, o ERJ 145 abriu os caminhos da fabricante brasileira para o mundo. Hoje, a Embraer é a terceira fabricante no ranking, atrás apenas das gigantes Boeing e Airbus. É uma referência para o mercado dos jatos regionais. Destaque para o desenho do bico e o enflechamento das asas, um conjunto agradável de se ver.
Boeing 747 - a primeira vez que vi o "Jumbo" ao vivo, fiquei sem ar. Afinal, sempre admirei o mito por fotos e vídeos. O 747 mudou o conceito mundial de vôos intercontinentais no final da década de 60. Na foto, um dos modelos utilizados pela "Pioneira" Varig.
Lockheed L-188 Electra - o "rei da Ponte-Aérea" cumpriu com louvor seu papel no país, sem nenhum incidente mais grave. O turboélice marcou época numa fase em que voar era um acontecimento social. Tempos de catering sofisticado e uísque a bordo. Infelizmente, esse charme deu lugar à economia e rapidez dos novíssimos 737-300, em 1992.
Airbus A380 - um avião com capacidade para mais de 550 passageiros parecia algo impossível. Mas o consórcio europeu Airbus conseguiu a façanha com o A380, um avião ultramoderno e super seguro. O passageiros dispõem de dois dec´s e classes luxuosas para defrutar.
ATR-72 - sempre tive predileção pelos turboélices, principalmente os de asa alta. O italiano ATR é o principal avião para rotas regionais de médio alcance e aqui no Brasil é utilizado pela Azul Linhas Aéreas e pela Trip (Foto). Um avião elegante e funcional.
Bae 146 - Avro RJ 100 - mais uma aeronave regional, porém agora movida a jato. O Avro foi a primeira miniatura de avião que montei, presente dos amigos Reginaldo e Tarcísio. A Hawker Siddeley projetou uma aeronave em uma configuração pouco usual: quadri-turbina e asa alta. O resultado ficou visualmente agradável de se ver.
Sud-Aviation Caravelle SE 210 - o Caravelle talvez seja um dos mai charmosos aviões da história, com seu desenho arredondado da proa à deriva. No Brasil, foi utilizado pela Varig e pelas falecidas Panair e Cruzeiro.
Aerospatiale / BAC Concorde - talvez a principal aeronave já produzida na história. O vôo supersônico estava reservado apenas às aeronaves de combate antes da chegada do Concorde. Cruzar o oceano em 3 horas depois do Concorde virou algo comum. British Airways e Airfrance foram as únicas a operar as 20 unidades fabricadas do supersônico, que infelizmente foi aposentado em 2003, após os incidentes do 11 de setembro e do acidente fatal em 2000. Os aeroportos do mundo nunca mais foram os mesmos, sem o ensurdecedor barulho dos reatores na decolagem, a visão surreal do pouso com um ângulo de ataque ultra-agressivo e do charmoso movimento do bico escamoteável, que movimentava-se para a visualização da pista pela tripulação.
Lochheed SuperConstellation - mais um aviação a hélice para a lista, dessa vez movida a pistão. O Connie, como carinhosamente é chamado na aviação, é uma das aeronaves mais carismáticas da história, graças ao seu desenho esguio e às pontas das asas em formato de gota.
Embraer ERJ 145 - evolução do turboélice Brasília, o ERJ 145 abriu os caminhos da fabricante brasileira para o mundo. Hoje, a Embraer é a terceira fabricante no ranking, atrás apenas das gigantes Boeing e Airbus. É uma referência para o mercado dos jatos regionais. Destaque para o desenho do bico e o enflechamento das asas, um conjunto agradável de se ver.
Embraer EMB 314 Super Tucano - mais um brazuca para a lista, só que este é menos pacato. Sua função bélica fica nítida apenas por uma olhada no armamento à disposição do piloto. O que não tira a graça do desenho e das linhas do Canopy.
Impressões de Gran Turismo 5 - Playstation 3
Após alguns meses de dedicação ao simulador de corridas Gran Turismo 5, lançado aqui no país em dezembro último, a primeira impressão que o jogo nos passa é de que essa versão é muito mais difícil de se jogar do que as 4 edições anteriores, incluindo aí a versão intermediária Prologue.
Para avançar no jogo, ou seja, conseguir grana, ganhar carros e abrir novas etapas, é preciso "ralar" muito. Além disso, a pilotagem, ou melhor, a simulação, está muito mais fidedigna. Se o jogador possuir um conjunto de volante e pedaleiras (e aqui recomendo as séries G-25 e G-27, da Logitech), a brincadeira torna-se ainda mais profissional. Fica difícil controlar os carros mais potentes e em situações de pista molhada, por exemplo, é necessária muita perícia e suavidade na condução.
Se a sensação de realismo presente na jogabilidade impressiona, o visual, seja dos carros quanto dos cenários, bem como os variados sons, são dignos de classificar GT5 como o melhor jogo de automóveis já idealizado na história, até então.
Estamos no nível Endurance (digo estamos pois "divido o cockpit" com o Luiz Henrique e eventualmente o Tarcísio e o Reginaldo), o mais difícil, já que são disputadas provas de longa duração, como por exemplo as 24 Horas de Le Mans, 500 Milhas de Indianápolis e 24 Horas de Nurburgring, onde a estratégia de paradas nos boxes, além da paciência são fatores preponderantes para o sucesso.
Os eventos especiais foram bem elaborados pela turma de Kazunori Yamauchi, o produtor do jogo, existem provas de kart, de rally, nos ovais da Nascar e até uma academia especial da Mercedes-Benz. Outro destaque são as provas disputadas no traçado utilizado pelo programa de televisão da BBC de Londres, chamado Top Gear. Em uma destas provas, o desafio é pilotar uma clássica Kombi.
A quantidadee a variedade de carros disponíveis no jogo também é um departamento à parte. Desde a já citada Kombi "pão-de-forma" até os mais modernos e velozes protótipos "Le Mans", não há como não agradar o amante da velocidade e do mundo do automóvel. Outro diferencial em Gran Turismo 5 é que existem 200 carros classificados como "premium", ou seja, que permitem o piloto virtual comandar a máquina de dentro do habitáculo, com direito a todos os mínimos detalhes do painel e dos mostradores.
Uma coisa é certa: para o amante do automóvel e das corridas, Gran Turismo 5 é presença obrigatória na prateleira.
Para avançar no jogo, ou seja, conseguir grana, ganhar carros e abrir novas etapas, é preciso "ralar" muito. Além disso, a pilotagem, ou melhor, a simulação, está muito mais fidedigna. Se o jogador possuir um conjunto de volante e pedaleiras (e aqui recomendo as séries G-25 e G-27, da Logitech), a brincadeira torna-se ainda mais profissional. Fica difícil controlar os carros mais potentes e em situações de pista molhada, por exemplo, é necessária muita perícia e suavidade na condução.
Se a sensação de realismo presente na jogabilidade impressiona, o visual, seja dos carros quanto dos cenários, bem como os variados sons, são dignos de classificar GT5 como o melhor jogo de automóveis já idealizado na história, até então.
Estamos no nível Endurance (digo estamos pois "divido o cockpit" com o Luiz Henrique e eventualmente o Tarcísio e o Reginaldo), o mais difícil, já que são disputadas provas de longa duração, como por exemplo as 24 Horas de Le Mans, 500 Milhas de Indianápolis e 24 Horas de Nurburgring, onde a estratégia de paradas nos boxes, além da paciência são fatores preponderantes para o sucesso.
Os eventos especiais foram bem elaborados pela turma de Kazunori Yamauchi, o produtor do jogo, existem provas de kart, de rally, nos ovais da Nascar e até uma academia especial da Mercedes-Benz. Outro destaque são as provas disputadas no traçado utilizado pelo programa de televisão da BBC de Londres, chamado Top Gear. Em uma destas provas, o desafio é pilotar uma clássica Kombi.
A quantidadee a variedade de carros disponíveis no jogo também é um departamento à parte. Desde a já citada Kombi "pão-de-forma" até os mais modernos e velozes protótipos "Le Mans", não há como não agradar o amante da velocidade e do mundo do automóvel. Outro diferencial em Gran Turismo 5 é que existem 200 carros classificados como "premium", ou seja, que permitem o piloto virtual comandar a máquina de dentro do habitáculo, com direito a todos os mínimos detalhes do painel e dos mostradores.
Uma coisa é certa: para o amante do automóvel e das corridas, Gran Turismo 5 é presença obrigatória na prateleira.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Rio, cidade maravilhosa
Há quatro anos atrás, por conta de uma necessidade de trabalho, tive a oportunidade de conhecer a cidade do Rio de Janeiro. Nesta ocasião, além de conhecer uma cidade desconhecida a fundo (afinal, por 3 meses quase morei por lá), vivenciando o seu dia-a-dia, diferentemente de uma viagem a turismo, foi também a oportunidade de voar pela primeira vez na vida. Como fanático por aviação, foi a oportunidade ímpar de conhecer "in loco" os detalhes dos Boeings 737-700 e 800 NG - alguns com direito até a winglets nas asas - apesar de somente voar pela Gol Linhas Aéreas e na Ponte-Aérea.
Ficava hospedado habitualmente em Copacabana, em um hotel na esquina da Rua Siqueira Campos com a Toneleiros. De lá, o táxi nos levava para diversos pontos da cidade, nas Zonas Sul, Norte e Oeste. Conheci os bairros de Copacabana, Ipanema, Flamengo, Botafogo e Catete (Zona Sul), o Centro (Praça Pio X - Candelária, Rua Uruguaiana, Avenida Rio Branco, Cinelândia, o Saara - a 25 de março de lá), além de outras cidades, como Niterói e São Gonçalo.

Sempre ouvi falar das belezas naturais do Rio, mas apenas ao ver tudo isso ao vivo e em cores têm-se a noção do quão belo é o Rio. Do avião, em dias limpos e de céu azul, é possível ver o Cristo, o Pão de Açúcar, Arpoador, Morro da Urca, a orla da praia e a impressionante Ponte Rio-Niterói, além de perceber que o Rio é cercado de morros por toda a sua extensão. Enfim, imagens fantásticas que nunca mais saem da memória.
À noite, após um dia de trabalho, era a hora de voltar para o hotel e ir jantar. Costumava tomar um banho e sair a pé por Copacabana em busca de um restaurante legal. Após o jantar, quando havia pique, aproveitava para dar uma volta no calçadão da Avenida Atlântica e ver o mar. Enfim, mesmo depois de 4 anos, as lembranças continuam vivas na memória.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
AutoShow - exposição de carros antigos
Nesta última terça-feira estivemos presentes no sambódromo, onde toda semana acontece o encontro de carros antigos, o conhecido AutoShow. E fomos surpreendidos de forma positiva com a presença de diversos modelos que foram premiados no tradicional encontro de Águas de Lindóia. Destaque para modelos bem interessantes: DKW Fissore, Porsche 911 de primeira geração, uma picape Ford Ranchero (no mesmo estilo da Chevy El Camino, sua concorrente), Aero Willys, Gordin/Dauphine, picape Chevrolet Brasil e muitos outros. Seguem as fotos das "crianças":
Picape Chevrolet Brasil
Aero-Willys
Gordini/Dauphine
Karmann Ghia TC (cada vez mais raro de se ver hoje em dia...)
Uma rara picape Ford Ranchero
Um belíssimo DKW Fissore
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